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Criatividade e solução digital

A criatividade está intrinsecamente ligada à inovação, que hoje em dia geralmente se torna real por meio de uma solução digital.

As grandes inovações que ocorreram nos séculos XX e XXI foram possíveis graças a criatividade de seus idealizadores. Toda criação começa com uma simples ideia. Esta ideia vai ganhando corpo, recebe críticas e tem que superar o ceticismo, mas os bons idealizadores não desistem de seus projetos. Eles fazem alterações e ajustes, mas seguem no caminho planejado. Um dia, algo que não passava de uma ideia abstrata, torna-se algo concreto. E esse “algo concreto” muda a vida de muita gente, transforma toda uma indústria. Passa a ser um objeto tão real quanto uma mesa ou uma cadeira.

A tecnologia que vivenciamos e tocamos hoje não seria possível sem a criatividade desses idealizadores. Criatividade está intrinsecamente ligada à inovação, que hoje em dia geralmente se torna real por meio de uma solução digital. A tão falada transformação digital nada mais é do que a busca de novas e melhores formas de fazer as coisas, tornando a vida melhor. Por isso a tecnologia e a criatividade são consideradas quase que sinônimos de inovação.

DESIGN THINKING – PENSANDO CRIATIVO

Mas quem disse que criatividade e inovação não podem ser aprendidas e desenvolvidas nas pessoas? A inovação é um processo que pode ser explorado com o uso de metodologias e abordagens como o design thinking: buscando múltiplas soluções para resolver desafios, testando e achando novos caminhos, aprendendo enquanto executa, ao invés de tentar resolvê-los de uma única forma.

Para se aplicar o design thinking, é necessário levar em conta três aspectos: o olhar no ser humano; o olhar de negócio; o que é possível fazer no ponto de vista da tecnologia. Cruzando esse olhar humano com as questões empresariais, chegamos a uma solução que tem um valor de negócio.

A concretização da inovação por meio do design thinking passa por cinco etapas:

Imersão:  um mergulho na sua realidade para identificar as oportunidades de inovação. Para isso, é extremamente importante conhecer as forças, oportunidades, fraquezas e ameaças da organização. Resumindo, a análise SWOT conduzirá às respostas nesta etapa.

Análise e síntese: nesta etapa obtém-se o entendimento do problema. É feita uma interpretação, por exemplo, da matriz SWOT. Pesquisas qualitativas e uso de soluções de Big Social Data são opções para mostrar o que o mercado anseia do negócio da organização.

Ideação:  esta é a etapa em que a criatividade é muito importante, pois através dela é que serão pensadas formas concretas de se resolver o desafio. É a hora de apresentar soluções para o problema por meio de ações diretas.

Prototipação: reprodução da etapa de ideação em pequena escala, antes de implementar a solução final. Uma dica para esta etapa é a efetivação de um MVP – Minimum Viable Product, o Produto Mínimo Viável. Consiste numa versão mais simples de um produto ou serviço, lançado em período de testes, verificando, assim, se a ideia é efetiva e eficaz, e se supre, de fato, as reais necessidades do mercado.

Implementação: depois de testado e aprovado, o produto ou serviço estará pronto para ser introduzido no mercado. O desenvolvimento do produto/serviço é incessante e progressivo, melhorando sempre diante dos feedbacks recebidos pelos clientes, fornecedores, colaboradores, etc.

JEITO HEPTA

A criatividade e a inovação fazem parte do #JeitoHepta pois o que nos move é saber que podemos sempre fazer mais, quebrar paradigmas e ir além dos horizontes conhecidos. Já são quase 30 anos de prestação de serviços de TI com foco em melhoria contínua e busca da satisfação de todos os envolvidos. Abordagens como design thinking e a metodologia ágil são incorporadas na busca de soluções digitais ágeis e inteligentes para tornar melhor a vida de outras pessoas.

Interação Humano-Máquina

Investir em talento e acreditar no talento e dedicação é fundamental para promover inovação, e foi por isso que a Hepta patrocinou a participação da equipe formada por Gabriella Esteves (Analista de Desenvolvimento Júnior em nossa Central de Serviços Compartilhados - CSC) na WorldCist 2018 - 6ª Conferência Mundial sobre Sistemas e Tecnologias da Informação, que aconteceu nos dias 27 a 29 de março, em Nápolis, Itália.

Esse é um fórum global para pesquisadores e profissionais da área e nossa colaboradora, juntamente com Waldeyr Silva (IFG), Maria Emília Walter (UnB) e Marcelo Brígido (UnB), tiveram seu trabalho aprovado pelo Comitê do Programa. Entre os critérios de seleção estavam relevância, originalidade, importância e clareza para publicação.

Com o título Human-Computer Interaction Communicability Evaluation Method Applied to Bioinformatics (Método de Avaliação da comunicabilidade na interação humano-máquina aplicada a bioinformática), o artigo foi apresentado por Waldeyr durante a conferência e fará parte dos compêndios do evento, servindo de base para novos estudos, assim como fornecendo dados para acadêmicos e pesquisadores da área.

"O objetivo deste trabalho é apresentar uma interface para um banco de dados biológico. Devido ao alto volume e complexidade dos dados, o maior desafio foi promover um sistema simples e claro, onde cada elemento é inteligível. O sistema foi testado e aperfeiçoado de acordo com o Método de Avaliação de Comunicabilidade, que considera quatro critérios de qualidade: usabilidade, experiência de usuário, acessibilidade e comunicabilidade”, explicou Gabriella.

O artigo completo pode ser acessado online.
Artigo: Vol.2 Páginas 1001 à 1008 – Human-Computer Interaction Communicability Evaluation Method Applied to Bioinformatics

  (Waldeyr Silva, Instituto Federal de Goiás - IFG)

Campus Party Brasília 2018

Solenidade de lançamento aconteceu na quarta-feira (dia 28 de março) e um representante do Time Hepta conta como foi.

Já estão definidos local e data da segunda edição da Campus Party em Brasília: Estádio Mané Garrincha, de 30 de maio à 3 de junho. “O mais legal é que o evento cresceu, e muito!”, destacou Eustáquio Guimarães, administrador de redes pleno na Central de Serviços Compartilhados (CSC) da Hepta, que participou da solenidade e irá palestrar no evento. “O evento de 2017 superou as expectativas e atraiu o dobro do público esperado. A expectativa era de 35 mil participantes, mas a 1ª edição da CPBSB reuniu 70 mil campuseiros trocando informações sobre tecnologia, educação, software livre e muito mais”, completou.

Colagem de fotos feitas pelo Eustáquio: foto 1 - brindes, foto 2 - presidente da Campus Party, foto 3 - tela de apresentação

O profissional da Hepta participou da solenidade que contou com a presença de autoridades locais, como o governador do Distrito Federal (DF), Rodrigo Rollemberg; o secretário de Ciência e Tecnologia, Thiago Jajour; e o presidente da Câmara Distrital, Joe Valle, além, é claro, do presidente da organização Campus Party, Francesco Farruggia. A mudança de local visa atender ao público, que se espera seja ainda maior em 2018, mas também irá ampliar o número de estandes para participação de empresas e instituições.

“Por enquanto a única celebridade com participação confirmada é Chance Glasco, criador do game Call of Duty, mas tenho certeza que não faltarão atividades interessantes”, contou Eustáquio, que apresentou proposta de palestra com o tema “Gestão de TI baseada em software livre”.

Maiores detalhes do evento 2018 podem ser encontrados em - http://brasil.campus-party.org/cpbrasilia/ e informações da primeira campus Brasília - https://campuse.ro/events/campus-party-brasilia-2017

Integração e sinergia entre as equipes

Áreas comercial e operacional da Hepta se reuniram para pensar juntas em soluções para tornar melhor a vida das pessoas

Na quinta-feira, dia 22 de março, aconteceu a primeira edição (deste ano) do Workshop Técnico-Comercial. Como nova estrutura e roupagem, o evento tem como objetivo reunir e integrar as áreas, em meio a uma cultura de colaboração e sinergia entre as equipes. “Pretendemos realizar esses eventos a cada dois meses, com temas variados que vão desde a troca de experiências e análises de cases de sucesso, até o fomento à inovação e a busca de novas soluções e abordagens para os problemas de nossos clientes”, explicou Rinaldo Accioly, gerente comercial da Hepta.

O workshop foi dividido em três trilhas:

  • Operação: debate em torno de questões técnicas da implantação e operação dos serviços de suporte à governança digital;
  • Geração de valor: analisa os resultados e busca otimizações para maior geração de valor para o cliente;
  • Inovação: fomento à cultura de inovação e busca de soluções.

Após as apresentações sobre o funcionamento da Operação realizada pelos consultores Gustavo Alves e Glerson Dal Pizzol - ambos membros da Central de Serviços Compartilhados (CSC) da Hepta – os participantes foram divididos em equipes para uma dinâmica em busca de diferenciais e inovações para o framework de sustentação.

“A Hepta trabalha incansavelmente tanto para vender produtos que agregam valor e que façam sentido para o cliente, como para que sua equipe se mantenha comprometida continuamente em aumentar a maturidade de gestão de tecnologia. Esse é o #JeitoHepta e acredito que com esse encontro conseguimos dar um passo à frente nesse sentido e motivar (ainda mais) nossa equipe”, concluiu Rinaldo Accioly.

POR QUE TUDO ISTO?

Por Vera Primão*

Estou chegando agora em Brasília, há menos de 1 mês na Hepta e já fui convidada pelas minhas colegas para escrever algo sobre nós, bichos raros, "Mulheres Gerentes de Projetos".  Fiquei muito feliz pela receptividade que tive de toda a equipe, mas a empolgação das "meninas" da empresa foi diferenciada: finalmente teremos UMA gerente de projetos na equipe. 

Temo em lhes contar que esta realidade é geral! Não é uma prerrogativa da capital do nosso querido Brasil! 

Vamos pegar um país que investe e trabalha arduamente há décadas para promover a diversidade. Que tal a Inglaterra? A Association for Project Management (APM), tem há 25 anos uma conferência específica para mulheres Gerentes de Projetos, a Conference for Women in Project Management (WIPM); e este ano um retrocesso, identificado na pesquisa da FTSE 100 (The Financial Times Stock Exchange 100 Index) foi ponto principal das discussões: em 2016 o índice de mulheres em cargos de gestão retrocedeu para o percentual encontrado em 2011 que era de 24,6. 

Pesquisa realizada pela Mckinsey em 2013 aponta que 44% das posições no mercado de trabalho são mulheres, mas apenas 5% em Cargos Estratégicos e que mulheres recebem 30% a menos para os mesmos cargos.

Voltando para nossa casa, na última pesquisa de salários do PMI  foi levantado que no Brasil o salário médio para gerentes de projetos (homens) é de R$ 150.000,00/ano e para mulheres 140.000,00. Já pesquisa conduzida pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), em São Paulo, identificou que a presença feminina em altos cargos é de 8%; percentual que não sofreu qualquer alteração nos últimos 15 anos. Fonte: IBE FGV

Podemos discorrer horas sobre pesquisas, estudos e ações que tratam o tema, mas o que fazer para mudar esta realidade global? Tenho algumas ideias pessoais que talvez pudessem fazer a diferença: 

1. Que tal deixarmos nossos jovens escolherem o que querem ser sem estereotipar?

2. E se não dissermos para nossas crianças que meninas devem ser perfeitas e meninos destemidos? Pode ser que um menino queira ser perfeito e uma menina destemida!

3. Poderíamos buscar entender que existem diferenças cerebrais por gênero, existem cérebros ponte e que estas características não devem limitar ninguém e sim ser exploradas e complementadas.

4. Algumas outras ações também poderiam ajudar: horário flexível, ferramentas para trabalho a distância e carreiras alternativas.

5. Excelente seria também se nós mulheres entendêssemos que acordos precisam ser feitos – na empresa, na família e dentro de nós mesmas – para que possamos investir tempo e esforço nas nossas carreiras se assim o desejarmos.

6. Bem que as empresas poderiam entender que ter um board executivo formado com base na equidade de gênero pode aumentar em 47% a margem de lucro! (McKinsey 2013)

Consigo pensar em muitas outras, mas por que tudo isto? 
Por que a equidade faz bem para todos, homens, mulheres, crianças, empresas! Qualquer movimento que busque a justiça social traz felicidade quando alcança o sucesso e é disto que estamos falando e deveríamos perseguir.

E para os que vão usar o jargão “Você fala isto porque é mulher!”, lembro da fala de Michael Kimmel: "Igualdade de Gênero é boa para todos, incluindo os homens". 

Boa leitura!

* Vera Primão é gerente de projetos na Hepta. Profissional certificada há mais de 10 anos com experiência em diversos setores.
 

Infraestrutura Ágil

Por Paulo Lammelas*
Gerente Técnico da Hepta no Minc
 
A Campus Party é o maior acontecimento tecnológico do mundo nas áreas de inovação, ciência, cultura e entretenimento digital, reunindo milhares de pessoas  para debater os principais temas de cada um destes universos. Os participantes mudam-se com seus computadores, malas e barracas para dentro da Arena, onde se conectam a uma rede super veloz e convivem em torno de oficinas, palestras, conferências, competições e atividades de lazer.
 
Participei da Campus Party Brasília como palestrante no Palco Inovação, seguindo a trilha de assuntos relativos ao Software Livre e Tecnologias abertas, onde me vali da minha experiência a frente da Equipe de Serviços Hepta alocada no Ministério da Cultura. A apresentação teve por objetivo mostrar ao público a utilização de ferramentas livres e/ou de código aberto para a criação de um ambiente DevOps (Desenvolvimento e Operação). Essa é uma cultura que propõe um processo de transformação que alcança toda a organização através de integração, colaboração e feedback dos times de Operação (infraestrutura) e desenvolvimento (sistemas).

Paulo Lamellas na Campus Party com público a fundo
 
A discussão acerca de infraestrutura ágil ganhou força com o crescimento de duas tendências: Virtualização e Computação em Nuvem. O objetivo é fazer deploy não só de aplicações, mas tambémde infraestrutura de forma rápida e controlada. É um conjunto de automações que permite à área de operações realizar alterações frequentes na infraestrutura sem comprometimento da segurança.
 
Como abordei na palestra, a Infraestrutura Ágil possui quatro eixos de atuação, são eles: automação, entrega, métricas e pessoas. E, para um público como o da Campus Party que respira tecnologia, o tema é bastante atual e por isso atraiu grande público para a palestra. O formato do evento é estilo estádio, com palcos dispostos no entorno da grande arena possibilitando elevado grau de interatividade aos campuseros (frequentadores), ou seja participação em todos os eventos ao mesmo tempo, característica única do mundo digital.
 
Acredito que seja uma experiência válida para Hepta incentivar a participação em eventos como a Campus Party Brasília, pois o espírito se encaixa perfeitamente no #JeitoHepta,“PESSOAS BUSCANDO AS MELHORES SOLUÇÕES PARA TORNAR MELHOR A VIDA DE OUTRAS PESSOAS.”
 
Assista à palestra do Paulo na Campus Party Brasília no canal do Youtube do evento: 

* Paulo Lamellas é especialista em software livre e desde 15/02/2017 é Gerente Técnico da Equipe de Serviços da Hepta no Ministério da Cultura – Minc.

Participação feminina no mercado de TI

Durante todo o mês de março vemos, ouvimos e lemos sobre as conquistas femininas e a importância da luta das mulheres para garantir igualdade de direitos, especialmente no mercado de trabalho. Na área de TI esse parece ser um problema ainda mais preocupantes, já que, de acordo com a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) – IBGE, apenas 20% dos 580 mil profissionais de tecnologia que atuam no Brasil são do sexo feminino.

Então, para mostrar que lugar de mulher (também) é na frente do computador, produzindo, criando e ajudando a transformar o mundo, convidamos algumas profissionais que fazem parte de nossa equipe para contar um pouco de sua história e compartilhar experiências...

GABRIELLA ESTEVES

Desenvolvedora Trainee


Um dos membros mais novos no #TimeHepta, Gabriella entrou na empresa em janeiro de 2017 para fazer parte da equipe de desenvolvimento web. Nascida no Dia Internacional das Mulheres (8 de março), ela acaba de completar 23 anos e se forma esse ano em Ciência da Computação pela Universidade de Brasília.

 

1. Quando você começou a se interessar pela área de tecnologia?

Eu sempre gostei muito de matemática e era bastante incentivada pela minha mãe, que cursou Processamento de Dados quando era mais nova. Em casa, eu usava o computador para jogar e outras coisas básicas, mas não relacionava muito com profissão. Mais velha, tive um namorado que trabalhava com desenvolvimento web e foi aí que comecei a descobrir o que era possível fazer, e que essa podia ser uma área profissional a seguir. Terminei me desinteressando pela graduação em Matemática e fui para a Ciência da Computação, onde eu podia ver os algoritmos serem aplicados, colocados em prática. Era a aplicação da lógica matemática.

 

2. Sentiu algum tipo de pressão ou estranhamento por escolher uma área considerada ‘masculina’?

Não na minha família ou entre amigos e acho que fui bem recebida na faculdade. Entrei na UnB em 2011 para cursar Ciência da Computação e minha turma tinha 40 homens e 3 mulheres. Os professores sabem e reconhecem o problema e muitos buscam ajudar, mas eu aprendi que preciso saber me impor. Em geral, era como se eu fosse o “café com leite” no grupo e as minhas opiniões não eram levadas a sério. Aprendi que depende da forma como eu me coloco: preciso mostrar que sei do que estou falando.

O que vejo muito na universidade é que as mulheres tendem a ficar intimidadas pelo ambiente e pela situação. Se mostram inseguras e por isso perdem ainda mais espaço. Na UnB, nós nos reunimos em um grupo do Whatsapp para que as mulheres se apoiem e denunciem casos de machismo no curso. Organizamos eventos de desenvolvimento e colocamos a mão na massa. O curso é estressante, bastante puxado, e tem também muita piada. Tem muitos homensa mulher não souber se impor vai ser colocada de lado, e acaba desistindo do curso. MInha colação de grau será agora, no final de março: serei apenas eu e uma colega entre os muitos formando homens.

 

3. E no mercado de trabalho, como está sendo sua experiência?

Eu fiz um estágio no TCU e lá a situação era bem diferente. Cerca de 30 a 35% da equipe era feminina e era muito legal. Quando só tem homem na equipe eles se restringem ao seu grupo e seus assuntos, o ambiente com mais mulheres é mais aconchegante...

Antes de entrar na Hepta, trabalhei em outra empresa e lá era tenso: só eu e uma outra mulher na equipe de desenvolvimento inteira! Os homens da equipe eram simpáticos e estavam sempre dispostos a ajudar. Na verdade, ofereciam mais ajuda do que eu queria. Sempre perguntando se estava tudo certo, se precisava de ajuda... Como se eu não soubesse fazer sozinha...

Estou aqui há pouco tempo, mas achei o ambiente legal. Quase não tem mulher também, uma pena, mas a equipe é legal e tenho me sentido à vontade.

 

4. Na sua opinião como a empresa e profissionais da área podem contribuir para mudar esse quadro (predominância masculina na área de TI)?

Eu acredito a falta de mulheres na TI é um problema social. Quando eu era criança eu ficava triste porque não podia ir pra casa dos meu amigos que viravam a noite jogando no computador, nem podia ficar tanto tempo no computador quanto os meus amigos, etc. Acho que quando a galera se junta no computador desde cedo, eles aprendem a quebrar a cabeça juntos com problemas de hardware e software e acabam criando interesse pelo assunto. Eu tenho amigos que nem são de computação e entendem bem mais de hardware do que eu. Bem, mas isso é só minha opinião. Acho que uma empresa de TI não vai conseguir mudar esse problema da sociedade, mas pode com certeza criar um espaço acolhedor para mulheres. A Hepta faz isso muito bem integrando vários setores num mesmo ambiente. Apesar de eu ser uma das únicas mulheres de TI aqui, eu convivo com outras do RH, administração, limpeza. Isso já diminui a tensão do trabalho.

BRUNA HOFFMANN MEDEIROS ALVES

Analista de Suporte Técnico Pleno


Há 5 anos na área de TI, Bruna faz parte da equipe Hepta na Fundação Cultural Palmares. Formada em Engenharia da Computação, fez estágio durante a faculdade e ingressou no mercado como analista de suporte. Gosta muito da área em que atua e está sempre em busca de informações e tendências, mas não deixa a vaidade de lado e sempre arruma um tempinho para malhar!
 

1. Quando começou a se interessar pela área de tecnologia?

Sempre gostei de desafios, de descobrir como as coisas funcionavam e, desde o ensino médio, percebia que tinha mais aptidão pela área de exatas. Assim, juntei duas coisas que eu gostava muito que era a tecnologia com a engenharia.
 

2. Sentiu algum tipo de pressão ou estranhamento por escolher uma área considerada ‘masculina’?

Sempre senti o estranhamento sim, mas seguido pela admiração por escolher uma área que muitas mulheres não se interessam e sempre fui bem recebida, seja na faculdade como no ambiente de trabalho. 
 

3. E no mercado de trabalho, como foi/está sendo sua experiência?

A experiência está sendo ótima, ainda mais agora no início de carreira onde estou em constante aprendizado, posso contar com a ajuda de vários colegas que são muito receptivos e cuidadosos.
 

4. Na sua opinião como a empresa e profissionais da área podem contribuir para mudar esse quadro (predominância masculina na área de TI)?

Acredito que antes das empresas, é necessário que haja o interesse pelas próprias mulheres nesta área e que seja quebrado este tabu que tecnologia/ciências exatas são de caráter masculino. 

LUANA SOUZA DE BRITO

Analista Suporte Técnico Pleno
Aos 27 anos, Luana cursa o 7º semestre de faculdade e está na área de TI há 4 anos, atualmente faz parte da equipe Hepta na Polícia Civil do DF. Solteira, não pensa em ter filhos – adotar talvez – e seus hobbies incluem corrida, futebol e viagem.

 

1. Quando começou a se interessar pela área de tecnologia?

Recebi uma proposta para fazer um curso na área e aceitei. Mesmo sem conhecer essa área, aceitei pelo fato de gostar de estudar, e foi através desse curso que fui me interessando e me apaixonando pela TI.

 

2. Sentiu algum tipo de pressão ou estranhamento por escolher uma área considerada ‘masculina’?

Não, eu sempre gostei mais da área voltada para homens, a maioria dos cursos em que eu fiz, era 1 mulher para cada 30 homens. 

 

3. E no mercado de trabalho, como foi/está sendo sua experiência?

Não sei dizer como é no mundo a fora, acredito que seja bem complicado, pois o preconceito ainda existe. Pelo fato de ser mulher a cobrança é dobrada. E ainda tem o assédio, as piadinhas. Porém, no caso da Hepta, esse problema não existe.

Trabalhar nessa área, pela Hepta, está sendo muito gratificante, pois temos reuniões com nossos próprios chefes, onde podemos expor ideias, onde podemos cobrar algo (o que nunca acontece, pois a empresa é só elogios). Na Hepta eu não vejo tratamento diferenciado por ser mulher ou homem, a empresa olha para cada um como se fosse um filho, o cuidado é sempre o melhor.

 

4. Na sua opinião como a empresa e profissionais da área podem contribuir para mudar esse quadro (predominância masculina na área de TI)?

Investimento para mulher fazer curso, muitas das vezes falta conhecimento. Algumas empresas afirmam que precisam de homens pois o serviço muitas das vezes necessita de força, mas quando a mulher tem força de vontade, fazer força nunca será um ponto fraco. As empresas precisam olhar para a mulher como um conjunto.

TAÍS DA CONCEIÇÃO PLÁCIDO AMORIM

Técnico de Suporte II

 
Formada em Sistemas da Informação, Taís trabalha na área de TI há 10 anos e hoje é parte da equipe Hepta na Polícia Civil do DF. Aos 29 anos, ela é casada e adora praticar esportes, ir ao cinema dançar... Computação é paixão de juventude e faz parte de sua vida desde o ensino médio.

 

1. Quando começou a se interessar pela área de tecnologia?

Foi quando estava no Ensino médio e fiz um curso de computação, daí me apaixonei e assim que terminei o ensino médio já comecei a faculdade nessa área.

 

2. Sentiu algum tipo de pressão ou estranhamento por escolher uma área considerada ‘masculina’?

No começo sim, porque quando comecei a faculdade a minha turma tinha muita gente madura nessa área e a maioria eram homens, e tive muita dificuldade por não ter nenhum tipo de experiência, só tinha mesmo um "curso de computação" enquanto a maioria dos meus colegas já trabalhavam na área e já haviam feitos vários outros cursos. 

 

3. E no mercado de trabalho, como foi/está sendo sua experiência?

Ah... demorou muito até eu conseguir arrumar um estágio! Mas depois que consegui, graças à Deus, não saí mais, pois do estágio acabei sendo contratada.

Gosto muito de trabalhar com TI, apesar de ser um pouco cansativo, pois é preciso estar se atualizando o tempo inteiro.

 

4. Na sua opinião como a empresa e profissionais da área podem contribuir para mudar esse quadro (predominância masculina na área de TI)?

Mapear os talentos femininos com mais criticidade e promover campanhas de valorização profissional, como treinamentos e direcionamento a postos de trabalho de acordo com a competência.

ANA LÍDIA PEREIRA

GESTORA DE CONTRATOS

Bacharel em Sistema da Informação, Ana Lídia tem 35 anos e se divide seu tempo entre o trabalho, o filho Miguel de 3 anos e seus hobbies preferidos: pedalar e correr. Parte do time de gestão de contratos, acredita que as mulheres têm um diferencial na área de TI e muito a contribuir.

 

1. Quando começou a se interessar pela área de tecnologia?

Em 2008 meus pais compraram um computador, que com o passar do tempo apresentou problemas com vírus, tela azul, travamentos, fonte queimada... Esses problemas comuns. Naquela época, o preço para formatar um computador não era muito acessível, e meus pais investiram em um curso de manutenção em microinformática para que eu pudesse consertar meu próprio computador.

Daí para começar a consertar computadores de amigos, primos, vizinhos foi um pulo. Fui gostando e ingressei na Escola Técnica de Brasília, onde tive a oportunidade de fazer vários cursos técnicos, direcionei meus estudos na área de TI, ingressei na faculdade de Sistemas de Informação, consegui estágio em uma empresa que implantava sistemas e não saí mais da área.

Hoje, eu bem que prefiro pagar para consertarem o meu computador!

 

2. Sentiu algum tipo de pressão ou estranhamento por escolher uma área considerada ‘masculina’?

Felizmente não tive esta dificuldade. Acredito que a mulher nessa área tem um viés diferencial, que é o trato em saber lidar com determinadas situações. No meu caso, por eu ser mulher, todo desafio confiado era aceito. Usei essa estratégia que acredito ter me ajudado muito, onde tinham responsabilidades que poucos queriam, eu aceitava.

 

3. E no mercado de trabalho, como foi/está sendo sua experiência?

Vejo que existem poucas profissionais seja na área técnica ou gerencial, mas as mulheres que conheço e que estão na área fazem acontecer. São pessoas responsáveis e comprometidas!

 

4. Na sua opinião como a empresa e profissionais da área podem contribuir para mudar esse quadro (predominância masculina na área de TI)?

A empresa deve manter a oportunidade independente do sexo. Ver o profissional, a experiência, o comprometimento independente do sexo. Hoje vivemos em um tempo em que questões de gênero não querem dizer absolutamente nada.

PREVENÇÃO É A SOLUÇÃO

O recente ataque global do ransonware WannaCry tirou o debate sobre segurança da informação do restrito nicho especializado e levou o tema para as manchetes dos principais jornais do mundo. Agora, pouco mais de um mês após 70 países em todo o mundo terem sido atingidos pelo malware que se autopropaga, o Laboratório de Inteligência da Cipher, empresa global de segurança cibernética, alertou sobre duas novas vulnerabilidades: uma no serviço de acesso remoto à estações de trabalho que utilizam o sistema operacional Windows (Remote Desktop Protocol - RDP) e outra que atinge máquinas Linux com o serviço que permite o gerenciamente e compartilhamento de recursos em rede (Samba).

Com a tendência de ambientes de nuvem e o mobile first, que garante aos funcionários o acesso à serviços e sistemas corporativos em qualquer lugar, os riscos desse tipo de ataque se tornam cada dia mais perigosos e a política de segurança não pode ficar restrita a um profissional especializado, devendo ser parte da rotina de todos os que cuidam da saúde operacional da infraestrutura de TIC. Nossa experiência nos mostra cada vez mais a importância de manter o parque tecnológico sempre atualizado e, especialmente, do uso de ferramentas automatizadas de gestão de identidades privilegiadas, para a qual contamos com a parceria com a Lieberman Software. Aliado a um sistema de detecção-e-respostas, a solução minimiza a movimentação lateral no ambiente e acelera a remediação de ataques detectados.

“Temos que ficar atentos constantemente não só aos potenciais ataques, mas às diferentes formas de proteger os ambientes e prevenir acessos não autorizados ao ambiente computacional, visando garantir a integridade e inviolabilidade das informações”, explica Diracy Nunes Bandeira Sobrynho, gerente geral de operações da Hepta. Ao adotar um sistema automatizado de gerenciamento randômico de senhas (Enterprise Random Password Manager – ERPM) é possível orquestrar todo o gerenciamento de identidades privilegiadas, aquelas que dão acesso a áreas importantes do ambiente, retirando dos hackers suas possibilidades de ação. O sistema mantém inventários completos e atualizados de todas as contas, fornecendo informações sobre seu uso e atualizando automaticamente essas credenciais, sem o risco de bloqueio em processo e serviços vinculados.

Desde o começo de junho, a ferramenta passou a contar com um diferencial único no mercado: Gerenciamento de Contas Desconectadas. A Lieberman Software apresentou o novo serviço - que está em processo de patenteamento nos EUA – em seu estande na Conferência de Segurança e Gerenciamento de Riscos do Gartner, em Los Angeles, na segunda semana de junho. A nova funcionalidade é cross-platform, não requer que os sistemas estejam integrados ao Active Directory e encripta as senhas em vez de armazena-las como texto.

SOBRE A HEPTA

Há 25 anos no mercado, a Hepta Tecnologia prima pela excelência e qualidade na entrega dos serviços. No caso da segurança da informação, nosso sucesso mais recente foi exatamente no mega cibertaque WannaCry: nenhum de nossos clientes teve sequer uma máquina atacada ou comprometida e os serviços se mantiveram sem problemas ou alterações. Para nos manter sempre bem informados e preparados, contamos com parceiros com a Lieberman, que oferece um pacote completo de medidas automatizadas de prevenção à ciberataques e redução de perdas. Para mais informações, acesse o nosso site (www.hepta.com.br) ou solicite uma apresentação á nossa equipe (contato@hepta.com.br).

Benefícios da gestão de riscos no setor público

Artigo de Gustavo Alves, consultor do #TimeHepta, publicado na ComputerWorld no dia 20 de julho.

Quando pensamos em riscos diversas coisas passam por nossas cabeças. Boa parte das pessoas pensam em perigo ou coisas arriscadas que remetem a algum tipo de ameaça. Entretanto, os riscos estão associados às incertezas, e estas podem ser positivas (oportunidades) ou negativas (ameaças). A gestão de riscos, então, corrobora para esclarecer incertezas por meio de métodos racionais e sistêmicos que venham a permitir sua identificação, avaliação e tratamento, mantendo uma comunicação contínua entre os envolvidos.

Podemos destacar as principais metodologias internacionais de gestão de riscos — GR em uma ordem cronológica que seria o Orange Book[1] (2001), ERM[2] Cube COSO II (2004), ISO 31.000[3] (2009) e M_o_R[4] (2010). Já no cenário nacional o IBGC[5] desenvolveu em 2007 o “Guia de Orientação para Gerenciamento de Riscos” e mais recentemente em 2017 o “Gerenciamento de Riscos: Evoluções em Governança e Estratégia”. Estas iniciativas e tendências sobre gestão de riscos, advindas principalmente do setor privado, fizeram com que os benefícios dessa gestão fossem percebidos e incorporados ao setor público.

A gestão de riscos não é totalmente nova na administração pública brasileira. Já se observava estas necessidades principalmente quanto à contratação de produtos e serviços, como presentes na Instrução Normativa 04/2010 da Secretaria de Logística e Tecnologia da Informação (SLTI) do Ministério do Planejamento (MP), gestão de riscos de segurança da informação, como a Norma Complementar 04/2009 do Departamento de Segurança da Informação e Comunicações (DSIC) da Presidência da República, e outras normas relacionadas à auditoria e controle interno. Contudo, estas diretrizes não eram abrangentes ao nível organizacional, mas sim restritas a finalidades específicas.

A Instrução Normativa Conjunta 01/2016 foi desenvolvida pelo MP junto à Controladoria Geral da União (CGU) e publicada em 10/05/2016. Esta norma trata sobre controles internos, gestão de riscos e governança. Três assuntos amplos, complexos e que trazem um sentimento de coisa importada do setor privado. Em seu cerne trata sobre a GRC (governança, riscos e conformidade) já conhecida pelo mercado, e pretende auxiliar as organizações por meio da criação de um comitê interno para tratar estas questões. Após um ano da publicação da referida norma, parece que os órgãos da administração pública ainda estão lutando para entender e incorporar em suas culturas essa atribuição. Por consistir em um ato administrativo expresso por ordem escrita e expedido pelo MP, a INC 01/2016 deverá ser implementada e adotada por todos os órgãos do executivo, e fortemente recomendada aos demais órgãos.

Em outra mão, estas atividades trazem mais sobrecarga aos servidores, que em alguns casos já possuem uma carga de trabalho elevada. Por conta da obrigatoriedade da execução destas tarefas há a necessidade de novas funções, cargos, e possivelmente departamentos para tratar este assunto. Esta estrutura remete novos cargos de chefia, gratificações, divisão de trabalho, e uma série de outros custos associados a serem arcados pela sociedade. Finalmente, ainda não existem estudos que evidenciem o ganho real de desempenho ou retorno que a GRC propicia, tanto no setor privado quanto no setor público.

Temos a esperança que a gestão de riscos não seja apenas mais um gerenciamento da moda, mas sim, que traga efetivos benefícios na prestação de serviços dos órgãos da Administração Pública. Por ser um assunto amplo e ainda em desenvolvimento pode abordar desde riscos operacionais, financeiros, estratégicos, de saúde e segurança, imagem e reputação, éticos, de segurança da informação, e uma série de outras subdivisões especializadas. Assim, urge a necessidade de entendimento e discussão sobre o assunto, envolvimento da academia, setores privado e público para que os melhores benefícios desta gestão sejam materializados, e que essas incertezas sejam esclarecidas e tratadas, preferencialmente por meio de métodos racionais e sistêmicos.

* Gustavo de Freitas Alves é consultor na Hepta Tecnologia e Informática. É doutorando em administração pela Universidade de Brasília com especialização em gestão de riscos.

1 = The Orange Book – Management of Risk – Principles and Concepts

2 = Enterprise Risk Management – Integrated Framework

3 = ISO 31.000 – Risk Management – Principles and guidelines

4 = Management of Risk – Guidance for practitioners

5 = Instituto Brasileiro de Governança Corporativa

Case ANEEL: por que optar por novos modelos de sustentação?

POR EDUARDO DE OLIVEIRA MARTINELLI (Diretor de Tecnologia da Hepta)

Artigo publicado na revista CIO Brasil em 13 de abril de 2017

 

Transformação e inovação são marcas registradas no mundo a tecnologia. Sem dúvida, a TI assumiu papel estratégico por ser um vetor de mudanças e de evolução em qualquer negócio, seja no setor privado, seja no setor público. Por isso a boa governança digital exige um olhar atento não apenas às novas tecnologias, mas também a metodologias e modelos que promovam flexibilidade e agilidade na adaptação a novos ambientes e operações.

No caso da gestão da infraestrutura e dos serviços que garantem a manutenção da saúde operacional é preciso ir além de questões técnicas e tecnológicas. É preciso repensar modelos de prestação de serviços, buscando formas de otimizar investimentos garantindo flexibilidade e elasticidade nas contratações, de forma que a estrutura possa se adequar às necessidades do negócio. Foi com essa linha de pensamento que a Agência Nacional de Energia Elétrica - Aneel repensou completamente seu modelo de contratação de serviços para a sustentação de ambientes tecnológicos.

Seguindo as orientações da Instrução Normativa nº 4, da Secretaria de Logística e Tecnologia da Informação, órgão do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão (MPOG) responsável pelas políticas e orientação normativa das atividades no Governo Federal, a equipe responsável pelo planejamento da contratação de serviços buscou no mercado soluções que se adequassem a suas necessidades, ao mesmo tempo que promovessem melhorias em todo o seu sistema de gerenciamento de tecnologia da informação (TI).

A equipe de planejamento da contratação da agência detectou um diferencial no modelo proposto pela Hepta, de mudança de abordagem na contratação dos serviços de TI de forma a quantificar e qualificar o esforço técnico e, assim viabilizar a evolução tecnológica. Ao se apropriar desse novo conceito e personaliza-lo de acordo com as características e necessidades institucionais, a Aneel conseguiu dar um salto na gestão dos seus serviços.

O novo modelo de contratação de serviços de sustentação de ambientes deixou de lado os cálculos baseados em hora/homem, horas de serviços ou Unidades de Serviço Técnico (UST) e passou a considerar Pontos de Itens de Configuração (PIC), termo esse cunhado pela Aneel. Isto é, cada item que compõe o ambiente tecnológico da instituição, seja um servidor ou qualquer outro ativo relevante do datacenter e rede (switches, sistema operacional, servidores virtuais, etc), é utilizado para dimensionar o tamanho e complexidade do ambiente a ser sustentado. Dessa forma, variações sazonais e evoluções do ambiente são imediatamente detectadas de forma a quantificar e qualificar o esforço técnico na gestão da operação e consequentemente na governança.

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Transformação Digital

O mercado mudou e a Hepta acompanhou

Por Eduardo Martinelli*

 

Em 2018 a Hepta completará 26 anos de atividade, com importante contribuição para o cenário da Tecnologia da Informação em Brasília. Para o público em geral, a empresa está fortemente ligada à área de treinamento e certificação, já que desde 1995 atuamos como Centro de Treinamento Oficial Microsoft. Além de estratégico, treinamento e certificação fazem parte de nossa essência e sempre nos empenhamos em oferecer os melhores serviços, o que, dentre outras realizações, nos colocou entre as cinco maiores empresas de treinamento oficial Microsoft do Brasil e entre as 10 maiores empresas de certificação profissional da América Latina.

Foi com esse intuito de oferecer sempre mais e melhores serviços que firmamos parceria em 2006 com a Novintec. A união de esforços e estruturas físicas ficou conhecida como HeptaNovintec e atuou por mais de uma década. Temos em nosso currículo mais de 20.000 alunos treinados/certificados, muitos deles ocupando hoje funções estratégicas nos setores público e privado.

Mas o mercado de treinamento mudou e evoluiu, tanto no Brasil como em todo o mundo. A demanda mudou, assim como mudaram as ferramentas e os meios disponíveis para buscar informação, capacitação, conhecimento. Passamos a pensar de forma cada vez mais ágil e digital. Ficar em sala de aula, presos a horários fixos, assistindo a um conteúdo por vezes muito maior do que aquele que precisamos para o momento, ficou, para a grande maioria das pessoas, contraproducente. Novos modelos e metodologias, como Micro Learning, MOOC – Massive Open Online Course, Virtual Instructor- Led Training (VILT) e outras passaram a oferecer alternativas flexíveis, baratas e rápidas para consumirmos informação e nos capacitarmos.

E quando o mercado muda, nós também temos que mudar e nos adaptar. Entretanto, mudar algo de tanto impacto e que faz parte de nossa essência não é fácil. Mas as mudanças no setor foram tantas e tão grandes que decidimos não mais comercializar turmas para a entrega de cursos oficiais. Fevereiro será o último mês de operação da parceria HeptaNovintec, encerrando, ao fim deste período, a operação de nossos Centros de Treinamento e de Exames. Continuaremos com nossa expertise em capacitação, mas atendendo apenas nossos profissionais e os profissionais de nossos clientes corporativos.

Além do treinamento e certificação, a Hepta segue crescendo, ampliando e melhorando seu portfolio de serviços corporativos, que podem ser conhecidos com mais detalhes aqui.

Agradecemos a todos que fizeram parte desta história de sucesso!

 

* Eduardo de Oliveira Martinelli é diretor de tecnologia da Hepta Tecnologia e um dos fundadores da empresa.

Gestão de Risco no Setor Público

Projeto faz parte de uma proposta abrangente de governança corporativa para ganho de controle e maturidade do setor público. Tem como foco as Instituições de Ensino Superior (IES), mas pretende disseminar o trabalho para outros órgãos da Administração Pública, contando com o apoio dos Ministérios do Planejamento e da Educação.

Entre os dias 07 a 09 de junho de 2017 o Fórum Nacional de Pró-Reitores de Planejamento e de Administração das Instituições Federais de Ensino Superior – FORPLAD se reuniu em Florianópolis – SC em sua segunda reunião do ano. O Fórum tem caráter permanente e um de seus objetivos é o estudo e a proposição de soluções para problemas das áreas de planejamento e administração das instituições de ensino superior. Gustavo Alves, consultor de tecnologia na Hepta desde 2006 e atualmente desenvolvendo sua tese de doutorado com o tema gestão de riscos, participa como membro do Grupo de Trabalho “Gestão de Riscos nas Universidades Federais: Elaboração de Modelo de Referência e Implantação de Sistema”, apresentou o FOR-Risco, projeto de desenvolvimento de uma plataforma online integrada para a gestão de riscos estratégicos.

“Esse é um projeto amplo de avaliação da gestão de riscos no setor público, que inclui avaliação de maturidade, desenvolvimento de metodologia e uma software aberto para gestão de riscos”, explica Gustavo.

Conheça um pouco melhor esse projeto assistindo a apresentação feita pelo Grupo de Trabalho durante a reunião em Florianópolis:

WannaCry: mega-ataque cibernético fez o mundo prestar atenção

No dia 12 de maio desse ano (2017), o mundo todo se assustou com um ciberataque de dimensões globais. O malware denominado WannaCry afetou pelo menos 200.000 computadores pessoais e corporativos em mais de 150 países e tudo indica que não irá ficar apenas nisso. Uma nova versão tem sido comentada entre especialistas e, dessa vez, a ferramenta utilizada para reverter o primeiro ataque não terá mais efeito.

Há algum tempo, alertamos para as vulnerabilidades mesmo em instituições com sistemas de segurança da informação implantados. Uma pesquisa de nossa parceira Lieberman Software (especializada em gerenciamento de identidades privilegiadas), realizada na RSA Conference 2016, apontou que mesmo grandes corporações com segurança digital estabelecida não estão preparadas para ataques ciberneticsos (leia mais sobre a pesquisa). Agora, em meio à crise causada pelo WannaCry, um levantamento feito pela Avast apontou que o Brasil foi o 5º país mais atingido, com 2.114 detecções, assim como também é o 5º país no mundo com maior percentual de dispositivos vulneráveis a ataque: 17,56%. 

Entendendo o problema

O WannaCry é um malware do tipo ransomware, isto é, um tipo de vírus que sequestra o computador da vítima e cobra um valor em dinheiro pelo resgate, geralmente usando a moeda virtual bitcoin, sendo quase impossível rastrear o criminoso. Este tipo de "vírus sequestrador" age codificando os dados do sistema operacional de forma com que o usuário não tenha mais acesso. O WannaCry, especificamente, explora uma falha de segurança do sistema operacional Windows (a partir da versão 7) e a Microsoft já havia lançado uma correção para o problema em março, quando o grupo hacker Shadow Brokers revelou que a falha era usada pela NSA (Agência de Segurança Nacional norte-americana) para espionar computadores.

A primeira versão que rodou durante o último fim de semana foi parada devido ao registro de um endereço DNS usado pelo malware para realizar o ataque, especula-se que a nova versão já está sendo preparada e não terá o mesmo sistema de desativação. Os especialistas em todo o mundo estão se preparando para a versão 2.0, que não terá essa vulnerabilidade.

Shadow Brokers aproveitou a atenção mundial para anunciar que irá liberar novos segredos e falhas de segurança em junho e irá criar um serviço por assinatura para quem quiser ter acesso aos exploits que permitem atacar computadores e redes em todo o mundo. O aviso foi dado por meio de uma mensagem irônica publicada nas redes sociais: “Por mês as pessoas podem pagar uma tarifa e obter um serviço apenas para membros. O que eles irão fazer com essa informação dependerá de cada um”.

O que fazer?

Para quem é da área de TI e convive diariamente com as questões relacionadas à sustentação de ambientes e segurança da informação, essa é uma preocupação diária e não um caso isolado. Quem fez o dever de casa e se preveniu não foi afetado pelo problema, como foi o caso dos clientes da Hepta... “Adotamos uma série de procedimentos de rotina e alguns específicos para esse ataque e o resultado alcançado foi que nenhum de nossos clientes chegou a ser infectado, tão pouco tiveram quaisquer dados de seus parques sequestrados ou criptografado”, afirma Diracy Bandeira, gerente geral de operações da Hepta.

Métodos de prevenção

Com a possibilidade de novas versões do WannaCry e a ameaça de divulgação de novos exploits, as medidas de manutenção da segurança e estabilidade se tornam ainda mais importantes. 

Algumas dicas de prevenção a serem adotados pela área de TI:

  • Utilize sempre as versões mais recentes de sistema operacional;
  • Mantenha as máquinas atualizadas, tanto softwares quanto sistema operacional;
  • Sempre tenha antivírus instalado e atualizado;
  • Faça backup ou sincronia dos dados offline (para ter tempo de não sincronizar caso ocorra algum problema).

Os usuários também são fundamentais para garantir a proteção do sistema. Duas regras básicas fazem toda a diferença:

  1. Não clicar em links desconhecidos ou arquivos anexados nos e-mails;
  2. No caso de emails de conhecidos, averiguar se realmente pode abrir/clicar no conteúdo.

Como tornar a Administração Pública ágil?

O que efetivamente é ‘ser ágil’ e como tornar isso uma realidade no setor público?

Se transformação digital é a expressão do momento, a metodologia ágil é um dos principais conceitos por trás dessa ideia. Mas o que é efetivamente ser ágil? Quando precisamos ou devemos aplicar essa metodologia? O que é preciso fazer para tornar isso uma realidade em empresas e instituições, especialmente no setor público?

Levamos essa questão para os principais especialistas sobre o tema reunidos no Scrum Gathering Rio 2016, o principal evento do setor na América Latina e três pontos ficaram muito claros:

  • É preciso uma mudança cultural;
  • A educação e o conhecimento são essenciais;
  • Adoção de novos modelos de contratação.

“O desafio é grande. Não em tamanho, mas no tempo. São mudanças pequenas até chegar lá. E o importante é aproveitar a caminhada, porque ela é longa, mas não precisa ser dolorida”, afirma Paulo Carolli, consultor principal na Thoughtworks Brasil e co-fundador da AgileBrasil . A partir de pequenas mudanças, passo-a-passo, é feita a transição para um novo modelo.

E toda essa transição precisa de educação e conhecimento. É preciso entender porque e para quê está sendo feita essa mudança, somente assim é possível “mudar o mindset”. “Assim que sabemos porque queremos isso, identificamos os conceitos básicos que precisamos aplicar e treinamos membros da equipe e também o time gerencial para que possam identificar o valor de todo esse processo”, explica Richard Cheng, da Excella Consulting.

Talvez a camada mais profunda no caso da Administração Pública, seja o que se refere aos modelos de contratação. “Temos encontrado maneiras de, usando agilidade, fugir dos conceitos tradicionais de como cobrar. Talvez o importante seja se concentrar mais na forma como é feita a contratação. E nesse caso pode ser necessário mexer nas leis”, diz Rodrigo Toledo, da Knowledge21.

Quer saber um pouco sobre como pensam os especialistas na área? Assista ao vídeo que o gerente do Escritório de Projetos da Hepta, Walter Ramos Jr. fez com esses especialistas durante o Scrum Gathering Rio 2016.

Estudo de Caso MDIC

Alteração de processos de gestão e sustentação do ambiente tecnológico com baixo impacto no orçamento e processo efetivo de melhoria contínua

Assim como acontece com diversas empresas e instituições, o Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC) se viu frente ao desafio da automatização e desburocratização de processos. Responsável pela formulação, execução e avaliação de políticas públicas para a promoção da competividade, o órgão tem capilaridade nacional e sua infraestrutura de TI atende cerca de 1.500 usuários que geram uma média superior a 2.100 solicitações de atendimentos mensal.

Na elaboração de seu Plano Diretor de Tecnologia da Informação (PDTI) 2015-2016 foi identificada a crescente necessidade de automação de processos e a excessiva burocracia. A substituição da ferramenta de ITSM e um trabalho de otimização e modernização de processos foi a solução encontrada. A nova estrutura de sustentação, cujo processo de migração de ferramenta, adaptação e implementação de processos foi feito em um período de quatro meses, ampliou a capacidade de governança e foi fundamental na transformação digital do órgão.

Acesse o Estudo de Caso detalhado.

Modelo de Sustentação de Ambientes

Conheça o Jeito Hepta de prestar serviços de TIC

Sempre em busca de fazer mais, quebrar paradigmas e ir além dos horizontes conhecidos, a Hepta apresenta um novo modelo de prestação de serviços de Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC) que atende aos principais requisitos da moderna governança digital, sempre de acordo com a regulação de contratos da área estabelecida no país.

Ao mudar a abordagem de horas de serviço e passar a focar no dimensionamento e complexidade do ambiente tecnológico a ser sustentado, o modelo Hepta de prestação de serviços quantifica e qualifica o esforço técnico na gestão da operação e viabiliza demandas de evolução tecnológica. Assim é possível simplificar a governança digital tanto na fiscalização como na gestão, proporcionando uma contratação escalável e elástica: ao mudar a infraestrutura por meio da implementação da melhoria, o valor a ser pago também muda.

As Centrais de Serviços Técnicos continuam sendo pagas por tipos, mas é evitada a remuneração do erro.
O pagamento dos serviços de manutenção da saúde operacional é feito pelo tamanho, diversidade e relevância da infraestrutura existente.
Os modelos reconhecidos no mercado - MGP-SISP e PMBOK - são utilizados para estimar e avaliar o custo do suporte à implementação de melhorias no ambiente.

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Um passo à frente em Segurança da Informação: Gerenciamento Adaptável de Privilégios

Saiba como proteger seu patrimônio digital através da prevenção automatizada para ataques hackers.

Mesmo com as melhores políticas de segurança, ainda há possibilidade de invasão hacker. A maioria das organizações não se sentem seguras em relação ao gerenciamento de identidades privilegiadas, em grande parte por não conseguirem:

  • Manter inventários completos e atualizados de contas privilegiadas.
  • Ter conhecimento sobre como as contas são utilizadas, e
  • Atualizar essas credenciais sem o risco de bloqueio em processos e serviços vinculados.

A adoção de sistemas automatizados para o gerenciamento de senhas, com a orquestração do gerenciamento de identidades, retira do hacker as possibilidades de ação ao mesmo tempo em que garante a manutenção do funcionamento de todos os serviços. Assim, é possível tomar medidas rápidas e corretas para impedir a ação do invasor e os potenciais danos que possam vir a ser causados.

O processo de gerenciamento de contas com acesso privilegiado é crucial para a garantia de segurança de qualquer rede e se tornou quase impossível para a equipe de TI sem apoio de plataformas especializadas. A capilaridade de serviços e processos da rede que são afetados pelas identidades privilegiadas gerou uma rede intrincada de relacionamentos humanamente impraticável de gerenciar. Gerenciado por frameworks regulatórios que incluem desde a descoberta de máquinas até o monitoramento de contas e mudanças periódicas de senhas, o gerenciamento de identidades privilegiadas é o passo à frente na segurança da informação.

Ferramentas como a plataforma da Lieberman Software, parceira da Hepta, automatizam todo o processo e se adaptam para garantir a continuidade dos serviços enquanto impedem a ação de invasores. Aliada a um sistema de detecção-e-respostas de ameaças assíncrona, a solução da Lieberman minimiza a movimentação lateral no ambiente e aceleram a remediação de ataques detectados. 

Este White Paper, baseado em material elaborado pela Lieberman Software, apresenta um pouco da realidade atual e mostra como a plataforma de gerenciamento automatizado atua para proteger o seu patrimônio digital.

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Modelo de Sustentação de Ambientes

Conheça o Jeito Hepta de prestar serviços de TIC

Sempre em busca de fazer mais, quebrar paradigmas e ir além dos horizontes conhecidos, a Hepta apresenta um novo modelo de prestação de serviços de Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC) que atende aos principais requisitos da moderna governança digital, sempre de acordo com a regulação de contratos da área estabelecida no país.

Ao mudar a abordagem de horas de serviço e passar a focar no dimensionamento e complexidade do ambiente tecnológico a ser sustentado, o modelo Hepta de prestação de serviços quantifica e qualifica o esforço técnico na gestão da operação e viabiliza demandas de evolução tecnológica. Assim é possível simplificar a governança digital tanto na fiscalização como na gestão, proporcionando uma contratação escalável e elástica: ao mudar a infraestrutura por meio da implementação da melhoria, o valor a ser pago também muda.

  • As Centrais de Serviços Técnicos continuam sendo pagas por tipos, mas é evitada a remuneração do erro.
  • O pagamento dos serviços de manutenção da saúde operacional é feito pelo tamanho, diversidade e relevância da infraestrutura existente.
  • Os modelos reconhecidos no mercado - MGP-SISP e PMBOK - são utilizados para estimar e avaliar o custo do suporte à implementação de melhorias no ambiente.

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Preparação contra ataques hackers

Profissionais de todo o mundo responderam questões sobre o tema

  • Sua organização está preparada para lidar com ataques cibernéticos?
  • Você acha que as senhas falham como método de segurança de TI?
  • As ferramentas usadas pelos hackers podem facilmente invadir sua rede?

Responda a essas perguntas e compare suas respostas com as de profissionais de grandes corporações internacionais que participaram da RSA Conference 2016, em São Francisco, CA (EUA).

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Framework Hepta (F7)

Metodologia própria é aplicada ao gerenciamento de projetos e mapeamento de processos.

Implantar uma metodologia de gerenciamento de projetos que atendesse não somente às necessidades de gerenciamento de projetos das equipes de consultoria e alocados nos clientes, mas também dos gerentes de negócio e demais líderes que necessitam conduzir as mudanças organizacionais na forma de projetos. Esse foi o desafio encarado pela equipe da Hepta há 10 anos e que resultou no desenvolvimento do F7 - o Framework Hepta.

Tendo como fonte o PMBoK (Project Management Body of Knowledge) e o MSF (Microsoft Solutions Network), o F7 passou durante sua década de existência por atualizações e evoluções, expandiu horizontes, incluindo pensamentos e práticas LEAN e AGILE e incorporando metodologias como Project Model Canvas, One-Page-Project-Manager, Kanban e SCRUM.

Sua aplicação simplifica o gerenciamento de projetos e é facilmente adaptado às metodologias tradicionais e aos requisitos do cliente. E, principalmente, garante a qualidade e excelência dos serviços prestados.

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