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LGPD: Lei Geral de Proteção de Dados

Entenda a nova legislação e seus reflexos na governança e compliance

Em vigor desde setembro de 2020, a Lei Geral de Proteção de Dados – LGPD não trata de um tema totalmente novo, mas traz um aperfeiçoamento significativo em conceitos e regras relacionadas à privacidade do cidadão e proteção dos seus dados pessoais.

“A nova lei impacta, principalmente, em relação ao fortalecimento de princípios com transparência e segurança no contexto das organizações”, explica Eva Marinello, analista de governança na Hepta Tecnologia e autora de um ebook que busca apresentar os principais pontos da nova legislação para a Governança Corporativa e Compliance.

Organizado em duas áreas temáticas – Sobre a LGPD e Governança e Compliance – a publicação eletrônica reúne em pouco mais de 20 páginas os principais conceitos e boas práticas para a adequação e conformidade com a legislação de proteção de dados. “É importante que as empresas avaliem suas políticas e seus processos para identificar possíveis fragilidades e realizar os devidos ajustes para estar em conformidade com as novas regras”, completa Eva.

E as responsabilidades da TI?

A área de Tecnologia da Informação tem um papel fundamental no contexto da LGPD, mas é importante que gestores e suas equipes estejam preparados para participar ativamente da implementação de novos processos, adequação de rotinas e uso de tecnologias necessárias para atender às demandas que a nova lei exige.

De maneira geral, a TI deve auxiliar na adoção de ferramentas e padrões para adequar a infraestrutura tecnológica conforme as necessidades que estão surgindo. E nesse ponto é fundamental falar sobre Segurança da Informação, tema de extrema relevância no contexto da nova lei. “Pode-se dizer que as empresas que já adotam práticas, modelos, normas ou padrões que atendam os requisitos de segurança da informação já tem meio caminho andado”, afirma Eva Marinello.

Acesse o ebook para saber mais sobre a LGPD e as boas práticas de Governança e Compliance.

 

LGPD e Riscos Digitais foi o tema de uma live realizada pela Hepta no dia 29/10 e que teve a participação de Eva Marinello e Renier Ponciano. Esse ebook e alguns outros materiais relacionados são fruto de um longo trabalho de estudo, pesquisa e, principalmente, vivência na adequação à nova legislação.

 

Materiais relacionados:

Live LGPD e Riscos Digitais

Hepta promove live com Eva Marinello e Renier Ponciano para ajudar a entender a nova legislação.

O que é LGPD? O que são dados pessoais e quais são os seus novos direitos? Qual a relação entre LGPD e Segurança da Informação? Esses foram alguns dos tópicos levantados durante a live da Semana da Segurança da Informação - “LGPD e Riscos Digitais” que aconteceu no dia 29/10, às 15h30. O evento contou com a participação de Eva Marinello, Analista de Governança e Renier Ponciano, Especialista em Segurança da Informação, mediados por Rinaldo Accioly, Gerente Comercial e Marketing na Hepta. 

A Lei Geral de Proteção de Dados – LGPD tem sido um tema de grande relevância e as organizações precisam se adequar o quanto antes. Eva Marinello esclarece na live alguns pontos importantes para a compreensão da nova legislação como o que é, a quem se aplica, conceitos, como funciona o tratamento dos dados e muito mais.

“A LGPD não revogou nenhuma outra lei, ela complementa práticas que nós já temos no nosso país sobre privacidade e proteção de dados. Mas ela também traz o fortalecimento de alguns conceitos, por exemplo, segurança e transparência”, afirma Eva. “Ela traz um diferencial para o cidadão no sentido do controle dos dados.“ Todas as organizações devem se adequar e a vantagem é, principalmente, para o titular (dono dos dados pessoais).

E como a Segurança da Informação e a LGPD estão relacionadas? “É preciso que haja controles para proteger as informações das pessoas que estão armazenadas na organização”, afirma Renier. A Segurança da Informação tem 3 pilares: a Confidencialidade, a Integridade e a Disponibilidade. Esse trio é indispensável para que as informações sejam protegidas em todos os âmbitos, principalmente o digital.

Assita a live:

Você também pode fazer download da facilitação gráfica feita pelo Lucas Alves, da Ideia Clara. Um resumo visual dos conceitos e temas abordados.

A Live fez parte da Semana da Segurança da Informação, uma ação da Hepta para seus clientes e para a sociedade como todo. O objetivo é informar os usuários, ajudando na conscientização de cada um quanto a segurança cibernética, evitando assim que mais incidentes aconteçam no ambiente virtual.

Este é o #JeitoHepta de incentivar a #Transformação do ciberespaço num local mais seguro. 

Entendendo a Segurança da Informação

E como os projetos de adequação à LGPD podem se beneficiar dessa disciplina?

Segurança da informação é uma área bastante ampla e tem o fornecimento de proteção de ativos como objetivo. Neste contexto, ativo é todo elemento que possa trazer algum prejuízo para seu dono, responsável, empregador, se porventura, sofrer ou gerar algum tipo de dano. Note que pessoas, hardware ou software podem ser citados como exemplos de ativos aos olhos da segurança, uma vez que todos possuem potencial danoso.

No emprego de proteção, a Segurança da Informação conta com controles tanto físicos quanto lógicos. São exemplos de controles físicos de segurança o uso de blindagens, cofres, paredes dentre outros e para controles lógicos podemos citar o uso de software, políticas e normas.

A Cibersegurança é a parte da Segurança da Informação que fornece elementos digitais de proteção que a informação necessita. Em uma intensidade cada vez maior, empresas, indústrias e governos interconectam sistemas digitais em busca de mais eficiência. Neste cenário, riscos de várias naturezas começam a se elevar.

Proteger informações sempre foi a função básica da Segurança da Informação. Com o advento da Lei Geral de Proteção de Dados – LGPD, esta proteção passa a ser mandatória e a não obediência, juntamente aos vários cuidados que a proteção de informações pessoais, poderá custar caro para as organizações.

Protegendo dados em sua infraestrutura local e na nuvem

 

  • Controles de acesso: acesso controlado e exclusivo a quem realmente necessita;
  • Ciclo de vida de contas: vincular sistema de cadastro de pessoas na organização com o controlador de domínio;
  • Riscos da rede sem fio: deve ser isolada e sem comunicação com serviços e sistemas internos restritos aos colaboradores;
  • Backups: apesar de não ser um recurso de prevenção, é fundamental validar a integridade e eficácia dos backups para possibilitar a recuperação das informações;
  • Firewall: a rede local precisa estar isolada e com as garantias corretas, preferencialmente com ferramentas de mercado com suporte e garantias;
  • Conscientização: promover o tema dentro da organização, conscientizando os usuários sobre o seu papel na segurança;
  • Criptografia: assegurar que os dados em nuvem estão todos codificados e que apenas o contratante do serviço tem acesso a chave de decodificação.

 

Como os projetos de adequação à LGPD podem se beneficiar das ações de Segurança da Informação?

Proteger dados pessoais, que são o foco da LGPD nos dias atuais, exigirá em grande parte controles lógicos fornecidos pela Cibersegurança, que é uma vertente da Segurança da Informação. Por este motivo, pode-se afirmar que, não há possibilidade de garantir adequação à LGPD sem o emprego da Segurança da Informação.

Mas, lembre-se: a LGPD é uma lei e nada é opcional nela. Assim, apenas focar na Segurança da Informação não será suficiente para garantir o cumprimento de todos os requisitos legais.

 

Que framework posso utilizar?

A ISO/IEC 27001 é uma norma de segurança da informação utilizada por gigantes como Google e Microsoft e reconhecida como um dos principais frameworks para implementação de segurança da informação / cibersegurança.

Ela fornece controles que visam estruturar como a organização se previne, trata e responde questões de segurança.

 

Quer se aprofundar no tema? Faça download do ebook elaborado por um de nossos especialistas 

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Somos GPTW, de novo!

Pelo segundo ano consecutivo a Hepta foi certificada como “Um Ótimo Lugar Para Trabalhar”

A pesquisa Great Place To Work - GPTW é uma consultoria de alcance global que apoia organizações a obter melhores resultados por meio de uma cultura de confiança, alto desempenho e inovação. Todo ano a GPTW realiza uma pesquisa com milhares de organizações para a identificar as melhores empresas para se trabalhar, certificando-as com selos GPTW e ranqueando as que mais se destacaram em âmbito nacional, regional, setorial e temático. 

A pesquisa é feita entre os colaboradores da empresa e é 100% confidencial. O questionário pode variar entre os anos, mas a metodologia se resume em pesquisa de clima organizacional, práticas culturais e comentários que os colaboradores podem fornecer.  Estamos muito felizes e honrados de termos sido certificados pelos segundo ano consecutivo!

Em 2019, a Hepta participou da pesquisa pela primeira vez, alcançando a excelente nota de 80 pontos, muito próxima da média das 150 melhores empresas para se trabalhar no país identificadas no ranking do ano passado que foi de 86 pontos. As informações obtidas na pesquisa foram fundamentais para ações de melhoria do clima organizacional. "Não fazemos essas pesquisas para sermos elogiados, queremos saber como estão as coisas. Sempre tem o que melhorar", disse o nosso diretor de tecnologia Eduardo Martinelli. 

A edição de 2020 aconteceu entre os dias 25 de agosto a 08 de setembro e contou com a participação de 487 colaboradores, representando 78% de participação da Hepta. Além disso, 772 comentários foram feitos nas questões abertas ao final do formulário com elogios, observações e críticas. Em nenhum dos dois anos a Hepta buscou o ranqueamento, mas sim entender como as ações impactaram seus colaboradores.  

E neste ano atípico, a Hepta recebeu uma pontuação de 86 pontos, sendo que a média das 150 melhores empresas para se trabalhar no Brasil ficou com 88 pontos. “Isso é motivo de muito orgulho! Tomamos as decisões pensando em nossos valores e trabalhamos todo dia para fazer um ambiente melhor”, afirmou Martinelli. Em comparação com 2019, a Hepta se aproximou da média melhores empresas para se trabalhar. Tudo indica que o planejamento estratégico e as ações da pandemia contribuíram para a boa nota.  

O #JeitoHepta – que nada mais é do que o conjunto dos nossos valores estratégicos colocados em prática - é muito importante para nós e vai muito além das palavras. Manter a ética e o clima organizacional é um compromisso nosso e o segundo ano consecutivo de certificação GPTW é uma das provas de que a #Coerência entre discurso e prática é levada a sério e que somos sempre capazes de #Transformar, mesmo em tempos atípicos como o que vivemos.

Mapeando dados pessoais para mensurar riscos

Veja os principais passos para fazer a gestão necessária.

A Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) entrou em vigos no mês de setembro de 2020 e para fazer a correta gestão é preciso saber como entram e onde estão armazenados os dados pessoais da organização. Não é possível garantir segurança e privacidade sem ter conhecimento de quais os dados são armazenados, como, onde e porque.

Indicamos aqui 7 ações que são fundamentais nesse processo e apresentamos em formato de infográfico.

Clique no botão ao lado para fazer download do infográfico.

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Semana da Segurança da Informação 2020

Mais uma edição da campanha Um Jeito + Seguro De Se Conectar

Outubro é mundialmente marcado pela promoção da conscientização sobre segurança da informação. A Hepta também não deixa esse mês passar em branco e desde 2018 promove ações de comunicação em parceria com seus clientes para estimular a cultura de segurança e divulgar boas práticas no uso da tecnologia. Essas ações têm beneficiado tanto às organizações, quanto seus usuários.  

Em 2020 escolhemos a última semana do mês para realizar a atividade, e, dessa vez, decidimos ampliar a abrangência de nossas ações. Com o apoio institucional de algumas organizações, iremos divulgar amplamente uma série de conteúdos e materiais informativos em torno de cinco temas principais:  

  • Senhas: dicas para uma senha forte e segura 
  • VPN: dicas e boas práticas 
  • Mídias removíveis: dicas de uso 
  • LGPD e Riscos Digitais:  o que são dados pessoais e como protegê-los 
  • Site Seguro: posso acessar um site que diz que não é seguro? 

“Algumas dessas questões são recorrentes e abordamos em todas as edições da campanha – como é o caso das senhas. Outras ganharam destaque no contexto da pandemia, como é o caso do uso de VPN. Já a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) é um destaque bem atual, entrou em vigor em setembro”, explica Neri Accioly, responsável pela área de Comunicação Corporativa da Hepta Tecnologia. “Pela emergência e novidade do tema, além de divulgar informações e materiais, será realizada uma live com especialistas da Hepta”, completou.  

 

LGPD e Riscos Digitais 

A live “LGPD e Riscos Digitais” irá apresentar de forma geral ampla a Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais – LGPD, um assunto recente, mas digno de muita atenção. Mas por que relacionamos a nova legislação com os riscos digitais? 

“Para mim é difícil falar de LGPD sem falar de segurança da informação pelo fato de precisarmos dos conceitos e métodos de segurança para protegermos os dados pessoais”, afirma Eva Marinello, Analista de Governança da Hepta e uma das apresentadoras do evento online. O reconhecimento dessa relação estreita entre os temas é de grande importância para os profissionais da área: "Foi uma honra pra mim ser convidado para esse bate-bola com a Eva, onde vamos cruzar informações e mostrar a importância e a interrelação entre os temas para todos”, comemorou Renier Ponciano, Especialista em Segurança da Informação que também faz parte do TIme Hepta. 

A Semana da Segurança da Informação é uma ação da Hepta para seus clientes e para a sociedade como todo. ”Nosso objetivo é informar os usuários, ajudando na conscientização de cada um quanto a segurança cibernética, evitando assim que mais incidentes aconteçam no ambiente virtual!”, explica Eduardo Martinelli, diretor de tecnologia da Hepta. 

Este é o #JeitoHepta de incentivar a #Transformação do ciberespaço num local mais seguro. 

 

SERVIÇO 

O que? Semana da Segurança da Informação 

Quando? 26 a 30 de outubro de 2020 

Onde? Site da campanha - https://bit.ly/jeito-seguro

Como? Ações integradas (site, emails, redes sociais e outras plataformas de interação) para promover a informação e conscientização de usuários 

Quem? Realização da Hepta Tecnologia com o apoio institucional de: Agência Nacional de Águas - ANA, Empresa de Planejamento e Logística - EPLMinistério da Infraestrutura - Minfra, Ministério do Meio Ambiente - MMA, Ministério de Minas e Energia - MMEMinstério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos.   

Quero participar!  

Acesse os canais oficiais da Hepta e divulgue os conteúdos, fazendo a mensagem de conscientização chegar ao maior número de pessoas possível! 

Mais informações:  
Assessoria de Comunicação - Hepta Tecnologia 
Email: comunicacao@hepta.com.br 
Whats App: bit.ly/hepta-wap-business  

Hepta no HDI 3D Experience 2020 

Somos um dos patrocinadores do maior evento da América Latina para serviços de TI em versão digital! 

HDI 3D Experience 2020 Virtual Conference & Expo

Anualmente o HDI Brasil, associação global e instituto de ensino e pesquisa de referência na área de Tecnologia da Informação realiza um grande evento nacional, geralmente em São Paulo, onde se reúnem mais de 1.000 profissionais da área para interagir e debater sobre questões como Governança de Ti, Gestão de Serviços e, principalmente, inovação. Em 2020, devido a pandemia da COVID-19, será realizada uma edição especial 100% online com uma plataforma diferenciada para promover a imersão dos participantes e a Hepta não poderia deixar de participar. 

Como patrocinadora do evento, Hepta terá um estande virtual exclusivo, onde nossa equipe estará esperando os congressistas para conversar sobre nossas soluções ágeis e inteligentes. “Este é um evento diferenciado, que busca trazer uma experiência imersiva para os participantes. Estamos ansiosos pela oportunidade de conhecer novos profissionais e conversar sobre modelos inovadores de serviços em TI”, comemora Rinaldo Accioly, gerente comercial e de marketing da Hepta Tecnologia. 

Além do estande virtual cheio de atrações, a Hepta também fará uma palestra na tarde do primeiro dia de evento (22/10, às 15h) com o tema: Transformando custo em investimento com uma infraestrutura flexível e resiliente. “Sua área de TI é vista como um custo ou um investimento para o negócio? Será que seu modelo de operação está preparado para as bruscas mudanças de cenário? Como o seu modelo de operação se encaixa no framework mais amplo de sua instituição? Essas são algumas das questões que iremos abordar, trazendo casos de sucesso e mostrando resultados práticos”, adiantou Rinaldo Accioly, que será o palestrante da Hepta. 

 

CONVIDADOS ESPECIAIS

Teremos o prazer de contar com duas participações especiais em nossa palestra: André Gustavo Moreira e Fábio Cruz, da Agência Nacional de Energia Elétrica - ANEEL irão apresentar seu case de sucesso finalista no Concurso Inovação no Setor Públicoi 2020.

"A ANEEL usa um modelo de contratação de serviços de TI diferenciado e inovador, que merece o reconhecimento que está recebendo. Nós na Hepta temos muito orgulho de ter encarado esse desafio ao lado deles desde o início e ficamos felizes de terem aceito nosso convite para compartilhar com vocês esse verdadeiro caso de sucesso", comemorou Rinaldo Accioly.

A palestra da Hepta com participação da ANEEL acontece no dia 22/10 - quinta-feira, às 15h, na sala 2.

Criatividade, Inovação e Destreza Digital

O que são e como esses conceitos podem ajudar na jornada de transformação digital?

(Facilitação gráfica realizada pela Ideia Clara durante o CIDD) 

 

Criatividade – s/n Qualidade da pessoa criativa, de quem tem capacidade, inteligência e talento para criar, inventar ou fazer inovações na área em que atua; originalidade.  

Esta é a definição encontrada nos dicionários, mas na prática como funciona o processo de criatividade? E no meio corporativo? Quando a inovação é introduzida e como a Destreza Digital pode colaborar? O evento Criatividade, Inovação e Destreza Digital – CIDD que aconteceu na quinta-feria, dia 01 de outubro contribuiu para o esclarecimento de perguntas como essas. 

O evento online e gratuito foi uma realização da Hepta Tecnologia com a Rede Nacional de Ensino e Pesquisa (RNP), com apoio da WeGov. O debate contou com a moderação de André Tamura - fundador e Diretor Executivo da WeGov, e as participações de Francisco Júnior - Gerente de Atendimento da RNP, e Eduardo Martinelli - sócio-fundador da Hepta Tecnologia. Esses três profissionais excepcionais e com muita experiência de mercado na bagagem trocaram ideias, conhecimentos e experiências sobre aspectos importantes dos temas centrais do evento. 

Assista ao evento:

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Especialista da Hepta fala sobre Segurança da Informação no webinar “Impactos da LGPD nas cooperativas” do Martinelli Advogados

O bate-papo aconteceu no dia 06/10 e abordou vários aspectos importantes da nova legislação de proteção de dados pessoais.

 

“[A LGPD] é um assunto que todos nós devemos conhecer. Não é mais um assunto restrito ao advogado, ao profissional de TI ou RH”, pontua Ricardo Costa, sócio do Martinelli Advogados. A Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) é agora uma realidade no Brasil e está em vigência desde setembro deste ano. Diante disso, as organizações brasileiras têm trabalhado para regulamentar seus processos de acordo com a nova legislação. 

Pensando nisso, o Martinelli Advogados organizou um debate online com diferentes profissionais para esclarecer aspectos práticos da LGPD e como ela pode ser implementada atualmente. Renier Ponciano, especialista em Segurança de Informação da Hepta Tecnologia, contribuiu com o debate juntamente com profissionais do Martinelli Advogados: Lívia Fabor - advogada e head de ComplianceFilipe Ribeiro - Advogado e head de Direito Digital e o moderador e sócio - Ricardo Costa

Mas como a área de TI está envolvida com a LGPD?  

Atualmente os dados pessoais são amplamente processados utilizando mecanismos digitais, por exemplo, em um cadastro online, um formulário de compra. “A segurança da informação é muito ampla e dentro dela, a cibersegurança é a vertente que tem um foco em cuidados com a informação, para quando o dado está em seu formato digital”, pontuou Renier durante o debate.  

A LGPD já está em vigência e, apesar das penalidades estarem previstas apenas para agosto de 2021, as pessoas já podem exigir uma série de ações das empresas e organizações. Por isso, é importante que já estejam implementando os processos de proteção de dados desde agora. “Os titulares dos dados pessoais já podem exigir o cumprimento dos direitos e obrigações previstos na legislação... Caso contrário, o titular vai poder ir até a Justiça e fazer uma reclamação em órgãos como PROCON, Ministério Público", esclarece Lívia Fabor.

Para já começar a implementação da LGPD nos bancos de dados e assegurar que eles estão bem protegidos e de acordo com a legislação, Renier afirma que a tempestividade é essencial. Esses bancos de dados devem ser configurados para fazer registro de tudo o que ocorre ali, sendo assim, os administradores terão uma ampla e exclusiva visão. Ele também destaca a importância de ter uma Política de Segurança da Informação e Comunicação (POSIC) atualizada e vigente, de forma a garantir que todas as medidas necessárias estão sendo aplicadas. 

Por fim, a Lei Geral de Proteção de Dados veio para ficar e com o objetivo de proteger e beneficiar tanto os titulares quanto as organizações. Corresponder às exigências legislativas é o #JeitoHepta de prezar pelo #Respeito às leis e às pessoas e manter a #Coerência entre o discurso e a prática.  

Você está preparado? Precisa de ajuda? Entre em contato com a nossa equipe (contato@hepta.com.br) e vamos bater um papo sobre sua segurança da informação e adequação à LGPD! 

Para rever o Webinar "Impactos da LGPD nas cooperativas" acesse aqui.

CRIATIVIDADE + INOVAÇÃO + DESTREZA DIGITAL

Evento online debate temas de grande interesse na sociedade atual

O que é criatividade? O que é inovação? E essa tal Destreza Digital? Como esses conceitos estão relacionados? Como eles impactam o nosso dia-a-dia? Como usar essas habilidades em uma jornada de transformação digital? Essas e outras questões serão abordadas e debatidas com o público por três profissionais voltados para inovação e transformação. 

Na quinta-feira, dia 1º de outubro, a partir de 17h, estarão reunidos virtualmente o sócio-fundador da Hepta Tecnologia, Eduardo Martinelli, o gerente de atendimento da RNP, Francisco Junior, e o fundador e diretor-executivo da WeGov. O evento está sendo organizado pela Hepta em parceria com a Rede Nacional de Ensino e Pesquisa (RNP) e conta com o apoio da WeGov.  

O propósito é realizar um bate-papo sobre esses temas que se tornaram fundamentais para a sociedade, convidando o público a interagir com perguntas e questionamentos, de forma a promover a cultura de criatividade e inovação no mundo corporativo.  

TEMAS E APRESENTADORES 

FRANCISCO JUNIOR é gerente de atendimento da RNP e há 19 anos atua na área de tecnologia. É um entusiasta da soft skill CRIATIVIDADE, que lhe permite estimular equipes por meio de treinamentos e workshops. “Estimular a criatividade em uma empresa é muito mais do que deixar o ambiente colorido e divertido, é uma mudança de cultura onde o empoderamento e a quebra de crenças limitantes são fundamentais”, defende Francisco. 

“Muito mais do que conhecimentos técnicos, DESTREZA DIGITAL envolve o desejo e ambição de trabalhar digitalmente. Essa vontade é que faz a diferença”, explica EDUARDO MARTINELLI. Sócio-fundador da Hepta Tecnologia, há 28 anos ele se dedica a contribuir na jornada de transformação digital de pessoas e empresas. 

Atuando como moderador nesse bate-papo está ANDRÉ TAMURA, fundador e diretor executivo da WeGov. Empreendedor entusiasta da INOVAÇÃO no setor público, ele destaca a urgência da inovação e a necessidade de novos comportamentos: “A nossa ansiedade resulta de tentar fazer o trabalho de hoje com as ferramentas de ontem”. 

SERVIÇO: 

O QUE? Live sobre Criatividade, Inovação e Destreza Digital 

QUANDO? Dia 01 de outubro, a partir de 17h 

COMO? O evento será online e gratuito. Para participar basta se inscrever em http://bit.ly/evento-cidd 

ADEQUAÇÃO À LGPD

Após mais de um ano de atividades envolvendo diversas áreas, Hepta ajusta documentações e procedimentos de acordo com nova legislação.

Sexta-feira, dia 18 de setembro, entrou em vigor em todo o país a Lei Geral de Proteção de Dados – LGPD. Aprovada e sancionada em agosto de 2018, a LGPD é um marco legal que regulamenta uso, proteção e transferência de dados pessoais no Brasil, dando mais controle aos cidadãos sobre suas informações pessoais e estabelecendo penalizações pelo uso irregular destas. “Estamos na Era da Informação e dados são os ativos mais valiosos que existem, por isso o mundo todo tem de se mobilizar para proteger os dados das pessoas”, destacou Eduardo Martinelli, sócio-fundador da Hepta Tecnologia.


O processo de adequação de diferentes organizações passa, necessariamente, pelo mapeamento de processos de tratamento de dados e pela adequação de procedimentos de forma a garantir que o titular dos dados tenha conhecimento e autorize o seu uso. “Desde o início de 2019 criamos um comitê que envolveu todas áreas da Hepta e garantiu não apenas o mapeamento de dados e processos e as análises de gaps, mas a sensibilização de nossas equipes para a LGPD”, explicou Fernando Costa, gerente de Governança Corporativa.


POLÍTICAS DE PRIVACIDADE E PROTEÇÃO DE DADOS PESSOAIS


Todo esse processo de adequação se tornou palpável e visível ao público externo na primeira quinzena de setembro de 2020, quando foi publicada a atualização de nossa Política de Privacidade, incluindo o Termo de Uso dos diferentes canais de comunicação. Mais do que atualizar expressões e termos, foram estabelecidos e colocados em prática novos processos, como o processo de gestão de consentimento, que possibilita a autorização dos titulares para o uso de dados que são disponibilizados em nosso site, assim como a formalização do conhecimento dos termos de uso para todos os usuários.


Mais ações estão previstas na Política de Proteção de Dados Pessoais que estabelece as diretrizes de governança da LGPD na Hepta. A partir dessa política estruturante, foram estabelecidos processos e procedimentos a serem seguidos por todas as áreas da empresa e assim garantir a segurança dos dados e o atendimento às solicitações dos titulares. “O estabelecimento dessa política e desses processos e procedimentos, assim como sua ampla divulgação entre gestores e colaboradores, foram passos importantes para adequação e atendimento às exigências da LGPD”, explicou Eva Marinello, analista de governança responsável pelo projeto.


A aplicação prática dessas políticas terá impacto em todas as áreas da empresa e, com certeza, também beneficiará os nossos clientes com a garantia de conformidade e proteção de dados, além de toda uma equipe já sensibilizada e adaptada à nova legislação. “Passamos por mudança de cultura e atualização de processos, sem perder de vista as melhorias que podem ser obtidas e o alinhamento com os nossos valores. É o #JeitoHepta de oferecer sempre qualidade para os nossos clientes”, explicou Roberto Villares, diretor executivo da empresa.

5 séculos em 1

Como os computadores e sua integração em rede mudou o mundo e se tornou o fio condutor da sociedade

 

Por Neri Accioly

O mundo mudou mais nos últimos 50 anos do que em 5 séculos e não há dúvida de que a tecnologia está por trás de todas as mudanças. Entre o ábaco usado para contagem de produtos e gado, considerado por muitos como a primeira calculadora da história e a Máquina de Pascal, essa sim a primeira calculadora mecânica a fazer somas e subtrações, se passarem milhares de anos. Não faz nem um século que o ENIAC, primeiro computador digital foi lançado (em 1.945) e o impacto das Tecnologias da Informação e Comunicação (TIC) na sociedade foi e é tão grande que somos chamados de Sociedade da Informação.

 

Primórdios da computação

 

Os primeiros registros de uso do ábaco, instrumento usado pelos povos da Mesopotâmia para fazer cálculos e auxiliar na resolução de problemas matemáticos, datam de 5.500 a.C.. Por séculos o projeto do ábaco foi sendo desenvolvido e aperfeiçoado, até conhecermos a Régua de Cálculo criada pelo padre inglês William Oughtred em 1.638 d.C. e, logo depois, em 1.642 d.C., a primeira calculadora mecânica da História, a Máquina de Pascal, criada pelo matemático francês Bleise Pascal.

Foram mais de 7.000 anos entre um instrumento e outro e ainda seriam necessários pelo menos três séculos até o surgimento dos primeiros computadores mecânicos no início do século XX. A Segunda Guerra Mundial, entre 1.939 e 1.945, teve papel crucial no desenvolvimento de computadores, já que as máquinas se tornaram fundamentais para decifrar mensagens dos inimigos. Alan Turing, tido como o pai da Ciência da Computação, ficou conhecido justamente por conta de seu trabalho para o Governo Britânico na quebra da criptografia elaborada pela Enigma, máquina eletromecânica utilizada pelas forças alemãs.

 

Computação moderna

 

A computação moderna está diretamente relacionada com o uso de computadores digitais, isto é, que não utilizam componentes analógicos como base para o seu funcionamento. Apesar de existirem diversas máquinas baseadas em válvulas eletrônicas e que utilizavam programas escritos em linguagem de máquina, o nascimento da computação moderna está diretamente relacionado com o lançamento do ENIAC (Electrical Numerical Integrator and Calculator), em 1946, desenvolvido pelos cientistas norte-americano John Eckert e John Mauchly, considerado o primeiro computador digital.

Com aproximadamente 25 metros de comprimento e 5,5 metros de altura, o ENIAC pesava 30 toneladas e ocupava 180 m2 de área construída, o que seria equivalente a um andar inteiro de um prédio. Construído sobre estruturas metálicas de 2,75 m de altura, contava com 70 mil resistores e 17.468 válvulas termiônicas. Dizem que quando foi acionado pela primeira vez consumiu tanta energia que as luzes da Filadelfia piscaram!

Como primeiro computador digital da história, o ENIAC não precisava de nenhuma ação mecânica ou movimento manual de peças para realizar as cerca de 5.000 operações por segundo que era capaz. Ele começou a ser desenvolvido em 1943, durante a Segunda Guerra Mundial, com a finalidade de computar trajetórias táticas e realizar cálculos balísticos a partir de dados inseridos a partir exclusivamente do pressionamento de teclas em um painel Só ficou pronto e operacional após o fim da Guerra e terminou sendo utilizado em outras atividades.

Pouco mais de uma década depois, entre 1959 e 1964, surgiu a segunda geração de computadores, com a substituição das válvulas eletrônicas por transistores e a aplicação de circuitos impressos. Essas novas tecnologias reduziram enormemente o tamanho dos equipamentos: um super computador de segunda geração, como o IBM 7030 ocupava apenas uma sala comum e executava cálculos na casa dos microssegundos, o que permitia até um milhão de operações por segundo.

A evolução para a terceira geração já foi bem mais rápida, indicando a velocidade que essa trajetória tomaria. Na segunda metade da década de 60 surgem os primeiros computadores com circuitos integrados (CIs), que permitiam que uma mesma placa armazenasse vários circuitos que se comunicavam com hardwares distintos, tornando as máquinas mais velozes e com muito mais funcionalidade.

 

O computador que levou o homem à Lua

 

Foram os circuitos integrados que permitiram que um computador, que normalmente era enorme e ocupava toda uma sala, fosse inserido na Apollo 11 para ser usado pelos astronautas para orientação, navegação e controle da espaçonave. Conhecido como AGC (Apollo Guidance Computer), o computador de vôo da primeira nave espacial norte-americana que pousou na Lua foi o primeiro a utilizar os circuitos integrados: 4.100 circuitos em sua primeira versão. Com 2 Kb de memória RAM e 36 Kb de memória ROM (aquela somente de leitura, onde ficam armazenados os programas), o super computador da Agência Espacial Norte Americana - NASA, tinha menos capacidade de processamento do que uma calculadora científica utilizada por estudantes. Nem vamos comparar aos smartphones e computadores, mesmo mais básicos!

Daí para os computadores de quarta geração, baseados em microprocessadores, foi um pulo e na década seguinte se começou a falar em computadores de quinta geração, baseados em processamento paralelo e inteligência artificial (IA). Os computadores começaram a se tornar cada vez mais baratos, mais amigáveis e mais úteis para as pessoas comuns. Entraram em nossas casas e passaram a ser parte de outros equipamentos (telefones celulares, televisão e até mesmo eletrodomésticos). E tudo isso aconteceu em pouco mais de meio século…

 

Rede Mundial de Computadores

 

Assim como a Segunda Guerra Mundial incentivou a evolução dos computadores, a Guerra Fria – período de tensão geopolítica entre a União Soviética e os Estados Unidos iniciado em 1947 e que perdurou até 1991, com a dissolução da União Soviética - foi fundamental para o surgimento da internet, a rede mundial de computadores. Há 51 anos, a comunicação entre setores de inteligência era um elemento chave para acadêmicos e militares. Mais do que eficiência e segurança na troca de informações entre cientistas e militares, eles queriam uma rede que garantisse autonomia e independência. Se por algum motivo um desses pontos ficasse indisponível, todo o resto se manteria ativo.

Foi assim que nasceu a ARPANET, uma rede de computadores ligando universidades que tinham contratos com a Advanced Research Projects Agency (ARPA), do Departamento de Defesa dos Estados Unidos. O projeto começou a ser elaborado nos anos 60 e se tornou realidade na década seguinte, tendo a sua primeira demonstração pública no outono de 1972.

O projeto foi crescendo e integrando universidades e centros de pesquisa em todo o mundo, em um trabalho colaborativo que ficou marcado na História com a proposta de criação da World Wide Web (WWW) feita por Tim Berners-Lee em 1989. Consultor independente contratado pela Organização Europeia para Pesquisa Nuclear, conhecida como CERN, ele já havia proposto o conceito de hipertexto e viu a oportunidade de unir sua ideia ao conceitos de Transmission Control Protocol (TCP) e Domain Name System (DNS). Assim nasceu a WWW, um sistema de informação que permite tornar acessível na internet o acesso e conexão de documentos e recursos dos mais diversos por meio de um protocolo de transferências (Hypertext Transfer Protocol - HTTP).

Junto a colegas do CERN, criou um aplicativo simples, então denominado navegador, que permitia que qualquer usuário pudesse ‘navegar’ pela internet e acessar seus conteúdos. O projeto foi lançado em janeiro de 1991 com acesso restrito às instituições envolvidas na pesquisa, mas no mesmo ano já estava disponível para o público geral e a rapidez com que a sociedade adotou seu uso não tem comparação com nenhuma outra ferramenta na história.

Entre o seu lançamento em 1991 até os dias de hoje, a internet passou de 4 ou 5 usuários para quase 5 bilhões. De acordo com dados da Internet World Stats, em 30 de junho de 2020 o mundo tinha 4.833.521.806 usuários de internet, o que representa 62% da população mundial. No Brasil somos mais de 149 milhões de usuários de internet, o que equivale a 70% da população.

 

Revolução social e cultural

 

Mais do que o desenvolvimento de equipamentos capazes de realizar milhões de operações por segundo, ou mesmo a implementação de uma infraestrutura global de comunicação de dados nos mais diferentes formatos, a tecnologia fez nascer uma nova e diferente fase da sociedade global, a da Informação. Nesse contexto, a Sociedade da Informação é aquela onde os meios digitais têm papel fundamental na produção de riqueza e bem estar, tendo a informação (e o acesso a ela) como principal riqueza.

O que se denominava informática no século XX era bem diferente da que conhecemos hoje. O revolucionário computador pessoal lançado por Jobs e Wozniak no início dos anos 80 não tem comparação com o que um iPhone atual pode fazer. Quando Tim Berners-Lee criou a WWW, com certeza não imaginava o uso que seria feito dela, para o bem e para o mal. Não só a tecnologia teve um enorme impacto na sociedade, mas especialmente a criatividade e inovação no uso dessas novas tecnologias.

Quando Jeff Bezos largou uma carreira promissora no mercado financeiro para criar a Amazon, ninguém imaginava que ele estava mudando a história do varejo global. O jovem estudante Bill Gates só queria se divertir programando no computador da escola, mas sua mente inquieta ajudou a levar os computadores para a casa das pessoas. E o que falar do projeto de um diretório de alunos de Harvard criado por Mark Zuckeberg e outros universitários, o Facebook?

Esses são apenas alguns exemplos marcantes não só de grandes empresas e empresários que surgiram por conta da tecnologia. O mundo mudou por causa da tecnologia, as relações pessoais e profissionais se transformaram. Assim como a descoberta do fogo e o trabalho de semear a terra para produzir alimento mudou completamente a organização social do homem, a tecnologia teve efeito similar na nossa sociedade no último século. E não posso deixar de questionar, o que seria do mundo no momento atual de pandemia do Novo Coronavírus, isolamento social e lockdown sem a internet e a WWW?

O uso da tecnologia permitiu que pessoas ficassem em casa e continuassem trabalhando. Foi usando a tecnologia de forma inteligente que muitas empresas deram continuidade aos seus negócios – como foi o caso da Hepta e seus clientes.

 

Sobre a autora

 

Neri Accioly é responsável pela área de Comunicação Corporativa na Hepta Tecnologia. Apesar da formação em comunicação, a tecnologia sempre foi um hobby e uma paixão, estando presente em sua monografia de bacharelado - Impacto da tecnologia na comunicação, especialmente jornalismo - ou no Mestrado em Novas Mídias, com foco em Democracia Eletrônica.

 

Sobre a Hepta

 

Há 28 anos no mercado, a Hepta Tecnologia oferece soluções ágeis e inteligentes para potencializar as competências e investimentos de TI de seus clientes, de forma que eles possam focar em seu negócio.

A transformação é um dos valores estratégicos da empresa, que vê a tecnologia como um meio de melhorar o mundo e a vida das pessoas.

QUEM DISSE QUE NÃO DÁ PARA UNIR PESSOAS E NEGÓCIOS?

Na crise sanitária, algumas empresas – como a Hepta Tecnologia - garantem saúde, emprego e continuidade dos negócios (próprios e dos clientes).

 

Em março de 2020, a Organização Mundial da Saúde (OMS) elevou para pandemia o nível de contaminação da COVID-19, doença que já havia alcançado diversos países, incluindo o Brasil. O mês foi marcado por incontáveis desafios repentinos e a necessidade de adaptação a uma nova realidade de distanciamento social. Empresas e organizações públicas em todo o mundo, mais do que nunca, dependeram da tecnologia para se manterem ativas sem comprometer a vida e a saúde das pessoas.

Um bom exemplo sobre como lidar com as duas questões de forma equilibrada foi a Hepta Tecnologia, empresa prestadora de serviços de Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC) baseada no Distrito Federal e com equipes em todo o país. Em meio à crise sanitária, a saúde das pessoas foi o foco principal, mas a empresa não deixou de lado a importância da continuidade dos negócios: nem os seus nem os de seus clientes. De uma semana para outra, ainda no mês de março, 100% dos colaboradores da sede estavam trabalhando remotamente. “Nós já estudávamos opções desde o início do ano, quando a doença surgiu. Organizamos tudo e migramos toda nossa equipe da Central de Atendimento para suas casas de forma segura e imperceptível aos usuários”, explica Eduardo Martinelli, diretor de tecnologia.

A Hepta disponibilizou equipamentos para todos os colaboradores que precisaram, adaptou jornadas de trabalho e garantiu o reembolso de possíveis gastos durante o teletrabalho. Os usuários que buscavam a Central de Atendimento eram atendidos dentro do prazo e com a mesma qualidade. Em alguns locais, inclusive,  percebeu-se um aumento na avaliação de satisfação dos usuários. Assim, toda a acomodação foi feita com sucesso, sem perder a qualidade da entrega dos serviços.

As equipes de atendimento alocadas nos clientes também foram reorganizadas, com 75% dos colaboradores atuando de forma remota e boa parte dos presenciais trabalhando em escala e com uma série de medidas de prevenção e distanciamento. “Com o processo da migração dos usuários para o teletrabalho, tivemos um aumento de 24,6% nas demandas em comparação ao ano anterior, totalmente atendido dentro dos SLAs e com nível de satisfação dos usuários acima de 90%”, disse Diracy Bandeira, gerente geral de operações.

Colaboradores que permaneceram trabalhando presencialmente ou por escala receberam e recebem, semanalmente, kit de materiais para higienização com máscaras reutilizáveis, panos, borrifador e álcool em gel. A Hepta também forneceu opções de transporte diferenciado - como acesso a serviços particulares por aplicativos e similares, tudo por conta da empresa, de forma que seus colaboradores pudessem evitar aglomerações no transporte público. “São os nossos valores: mantivemos a coerência e o respeito, ao mesmo tempo em que valorizamos o capital humano”, completa Roberto Villares, diretor executivo.

Infraestrutura ágil

A mudança repentina na demanda por trabalho remoto e o seu estabelecimento de um dia para o outro só foi possível devido à flexibilidade de uma infraestrutura ágil, modelo de sustentação de ambientes de Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC) e prestação de serviços adotado pela Hepta há alguns anos. “Trabalhamos com foco na saúde operacional e melhoria contínua, promovendo escalabilidade, flexibilidade e elasticidade sempre. É preciso garantir que a infraestrutura esteja pronta para lidar com picos e vales, se adequando à demanda sem perda de qualidade e sem comprometer a segurança”, afirma Rinaldo Accioly, gerente comercial.

Em decorrência da pandemia de Covid-19 e do estabelecimento do distanciamento social, as infraestruturas de TIC foram colocadas à prova. O primeiro ponto a ser observado era a preparação da rede, dos equipamentos e dos usuários para conexão remota. Distribuição de equipamentos, configuração de acesso via VPN (Virtual Private Network) e capacitação dos usuários para usar as ferramentas. Isso sem esquecer das medidas básicas de segurança, essenciais para manter a integridade da rede corporativa.

Essa migração brusca foi o pico e os meses que se seguiram se apresentaram como um vale. Um vale de calmaria e estabilidade para quem contava com uma infraestrutura ágil: continuidade dos negócios, com produtividade, economia e saúde das pessoas.

Pessoas em primeiro lugar

Afinal, uma crise de saúde pública global como a que ainda estamos vivendo exige que as pessoas sejam colocadas em primeiro lugar. A preservação da saúde, a implantação de medidas de prevenção ao contágio e o cuidado com a estabilidade emocional não podem faltar. “Em um momento como esse, é fundamental relembrar que toda organização é composta por pessoas que precisam de apoio e assistência”, destaca Arlette Guibert, gerente de gestão de pessoas e competências.

Ao longo de todo o período de teletrabalho, a Hepta buscou saber como estavam seus colaboradores por meio de pesquisas de percepção de contexto e clima organizacional. Assim como procurou mantê-los sempre informados dos acontecimentos da empresa e mesmo no país e no mundo relacionados à pandemia. Por meio de encontros virtuais quinzenais abertos a todos os colaboradores, os diretores falavam diretamente com as pessoas sobre a situação e as ações da empresa.

E para garantir que as medidas de prevenção corretas fossem adotadas, foi contratada uma infectologista que analisou todas as ações da empresa e apoiou na elaboração de um Manual de Orientações para Prevenção da Covid-19 no ambiente de trabalho. Em formato de publicação eletrônica, o documento reúne informações sobre uso de máscaras e distanciamento social, cuidados em casa, no transporte público e no trabalho.

“São os primeiros passos na elaboração de nosso protocolo de retomada de atividades presenciais, conforme previsto na legislação. Estamos nos adequando para atender às recomendações das autoridades sanitárias e atender nossos clientes, de forma responsável, ética e transparente”, conta Fernando Costa, gerente de governança corporativa.

Nossa missão é “potencializar as competências e investimentos de nossos clientes para que tenham foco em seu negócio” e com o #JeitoHepta isso é feito valorizando o #CapitalHumano, mantendo a #Coerência, o #Respeito e o #Equilíbrio, porque acreditamos na #Felicidade, na #Colaboração e na #Transformação.

 

Sobre a empresa

Há 28 anos no mercado, a Hepta Tecnologia oferece soluções ágeis e inteligentes para potencializar as competências e investimentos de TI de seus clientes, de forma que eles possam focar em seu negócio.

Há pelo menos 5 anos, a Hepta defende um modelo diferenciado de prestação de serviços de TI com foco na maturidade da governança digital: boa gestão e gerenciamento de serviços de tecnologia voltados para o negócio do cliente. Tecnologia como investimento e não custo, esse é o objetivo de um trabalho integrado para manutenção da saúde operacional, com melhoria contínua e otimização constante,  além de flexibilidade e elasticidade para lidar com os diferentes momentos por que passam as organizações.

Ransonware: outra pandemia que assola o mundo

Cibercriminosos estão usando brechas abertas pelo teletrabalho para sequestrar dados e bloquear redes corporativas

15 de julho de 2020
Um mega-ataque hacker atingiu algumas das contas mais influentes no Twitter em todo o mundo: Apple, Uber, Bill Gates, Elon Musk, Barack Obama, entre outros. Ao tomar as contas, os invasores publicaram uma mensagem com o endereço de uma carteira de bitcoins onde ofereciam reembolso do dinheiro em dobro. O ataque usou engenharia social e conseguiu enganar muitos, resultando no roubo de cerca US$ 100 mil dólares na cotação atual da criptomoeda. (Fonte: Olhar Digital)

16 de junho de 2020
Hackers invadem os sistema da Light, empresa de fornecimento de energia para o Rio de Janeiro, e pediram um resgate de US$ 7 milhões. Sistemas foram bloqueados e a empresa enfrentou uma série de dificuldades técnicas no atendimento a seus clientes, que podem resultar em mais perdas e problemas legais. (Fonte: Minuto da Segurança)

09 de junho de 2020
Natura comunica que a Avon – recém-incorporada à holding – sofreu um incidente cibernético em seu ambiente. Sistemas foram interrompidos e houve uma paralisação parcial de suas operações. (Fonte: Convergência Digital)

No mesmo dia, a Honda Motor suspendeu parte de sua produção global de automóveis e motocicletas por suspeita de um ataque hacker. A empresa suspeita que um ransomware atingiu os servidores internos da empresa. (Fonte: Reuters)

Esses ataques acontecem em um momento em que os ambientes de tecnologia das organizações estão sensivelmente mais frágeis. Com a súbita migração de equipes inteiras para o trabalho remoto, diversos processos e rotinas de segurança deixaram de ser aplicados. Como lidar com esse problema e se prevenir de ataques?

Apresentamos essa questão a um de nossos especialistas em segurança da informação e privacidade de dados, Renier Ponciano, e pedimos dicas de como se prevenir e lidar com a situação. O resultado está reunido em um artigo que mostra a posição no Brasil em relação ao resto do mundo e lista oito ações essenciais para garantir a segurança de redes corporativas. “O elo entre o crescimento dos ataques de ransomware e a Covid-19 é muito claro. Os especialistas em saúde pública recomendam distanciamento social, máscaras e álcool gel. Nós, especialistas em segurança da informação, temos uma lista um pouco maior de recomendações”, explica Renier.

Faça download do artigo completo em formato PDF.

Elasticidade e Flexibilidade na Gestão de TI

Uma infraestrutura ágil, isto é, otimizada e preparada para lidar com mudanças bruscas de demanda, atuando de forma elástica e flexível

Para muitos, 2020 é um ano a ser esquecido. Para a área de TI, 2020 se tornou um marco histórico. Para o bem ou para o mal. O mês de março foi marcado por uma demanda elevada no que se refere a sustentação da infraestrutura de TI, tanto para ajustes de segurança e escalabilidade de acessos, como para suporte aos usuários na nova experiência de trabalho remoto.


Em abril, primeiro mês após a migração, as demandas se estabilizaram, mas é possível verificar que ainda são bastante intensas. Afinal, a infraestrutura de TI e a conexão de serviços, sistemas e pessoas se tornou o coração de todos os negócios. Uma infraestrutura ágil, isto é, otimizada e preparada para lidar com mudanças bruscas de demanda, atuando de forma elástica e flexível, garantiu a rápida adaptação, tanto ao lidar com o pico de demanda verificado em março, como se ajustando ao “novo normal” vivenciado em abril.

Volume de demandas - 1º quadrimestre 2020

 

Em tempos de pandemia, nada como um pouco de normalidade! 

 

"O novo normal"

Esse "novo normal" envolve, necessariamente, uma mudança na abordagem entre presencial e remoto, não só no cliente, mas na própria Hepta. Para isso, a empresa se ajustou rapidamente a um novo esquema de trabalho adequado ao necessário distanciamento social.

 

 

Foi mantido pelo menos um técnico presencial em todos os nossos clientes, nossa Central de Atendimento (N1) e nossa Central de Serviços Compartilhados (CSC) foi totalmente migrada para trabalho remoto. 

 

 

Esse é o #JeitoHepta e é isso que fazemos: potencializamos as competências e investimentos em TI de nossos clientes, garantindo que eles possam focar toda sua energia no seu negócio. Tudo isso sem deixar de pensar nas pessoas, o maior patrimônio de qualquer empresa ou instituição.  

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Continuidade de negócio, apesar da crise!

A sustentação da infraestrutura de TI se tornou fundamental para sobreviver nesse período de pandemia e distanciamento social

O mês de março foi uma verdadeira montanha russa. Um novo desafio a cada dia resultante da pandemia global causada pelo Novo Coronavírus e a necessidade repentina de reorganizar processos e rotinas de trabalho para garantir a saúde e segurança das pessoas, sem comprometer a continuidade do serviço.

Nós vencemos! Fechamos o mês de março com toda a infraestrutura rodando corretamente e a demanda, ampliada pela necessidade de adequação ao trabalho remoto, plenamente atendida.

Volume de demandas 2019 x 2020

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Prevenção e Saúde

 

Todo esse aumento nas demandas foi atendido sem deixar de cuidar da saúde e segurança das pessoas: nossos colaboradores, suas famílias, os usuários em nossos clientes e a sociedade como um todo.

 

Mais do que continuidade. Transformação

 

Essa é a chave para lidar com essa crise e aproveitar as oportunidades que ela nos abre. E é isso que estamos fazendo para os nossos clientes, sem comprometer a saúde de nossos colaboradores. Esse é o #JeitoHepta de fazer a TRANSFORMAÇÃO DIGITAL acontecer no momento em que é mais necessária. 

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Quando andamos pela rua, nos sentimos mais seguros ou menos seguros de acordo com o contexto, o ambiente e uma série de conceitos e experiências anteriores. Uma rua escuro exige atenção redobrada. Um local onde se sabe que ocorrem crimes deve ser evitado. Ao entrar e sair do banco, ficamos atentos a quem se aproxima. Quando usamos o caixa eletrônico, tomamos cuidado para verificar se alguém está olhando o que digitamos ou mesmo se o equipamento apresenta comportamento estranho.

No mundo virtual, também devemos ficar atentos para quem vê os nossos dados e precisamos prestar atenção aos contextos. Uma plataforma que promove acesso a conteúdo pirata é como uma praça onde produtos roubados são repassados. Assim como um site desconhecido se assemelha àquela rua escura. Preparamos um ‘termometro’ que vai do uso mais corriqueiro a maior possibilidade de risco.

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Criatividade e solução digital

A criatividade está intrinsecamente ligada à inovação, que hoje em dia geralmente se torna real por meio de uma solução digital.

As grandes inovações que ocorreram nos séculos XX e XXI foram possíveis graças a criatividade de seus idealizadores. Toda criação começa com uma simples ideia. Esta ideia vai ganhando corpo, recebe críticas e tem que superar o ceticismo, mas os bons idealizadores não desistem de seus projetos. Eles fazem alterações e ajustes, mas seguem no caminho planejado. Um dia, algo que não passava de uma ideia abstrata, torna-se algo concreto. E esse “algo concreto” muda a vida de muita gente, transforma toda uma indústria. Passa a ser um objeto tão real quanto uma mesa ou uma cadeira.

A tecnologia que vivenciamos e tocamos hoje não seria possível sem a criatividade desses idealizadores. Criatividade está intrinsecamente ligada à inovação, que hoje em dia geralmente se torna real por meio de uma solução digital. A tão falada transformação digital nada mais é do que a busca de novas e melhores formas de fazer as coisas, tornando a vida melhor. Por isso a tecnologia e a criatividade são consideradas quase que sinônimos de inovação.

DESIGN THINKING – PENSANDO CRIATIVO

Mas quem disse que criatividade e inovação não podem ser aprendidas e desenvolvidas nas pessoas? A inovação é um processo que pode ser explorado com o uso de metodologias e abordagens como o design thinking: buscando múltiplas soluções para resolver desafios, testando e achando novos caminhos, aprendendo enquanto executa, ao invés de tentar resolvê-los de uma única forma.

Para se aplicar o design thinking, é necessário levar em conta três aspectos: o olhar no ser humano; o olhar de negócio; o que é possível fazer no ponto de vista da tecnologia. Cruzando esse olhar humano com as questões empresariais, chegamos a uma solução que tem um valor de negócio.

A concretização da inovação por meio do design thinking passa por cinco etapas:

Imersão:  um mergulho na sua realidade para identificar as oportunidades de inovação. Para isso, é extremamente importante conhecer as forças, oportunidades, fraquezas e ameaças da organização. Resumindo, a análise SWOT conduzirá às respostas nesta etapa.

Análise e síntese: nesta etapa obtém-se o entendimento do problema. É feita uma interpretação, por exemplo, da matriz SWOT. Pesquisas qualitativas e uso de soluções de Big Social Data são opções para mostrar o que o mercado anseia do negócio da organização.

Ideação:  esta é a etapa em que a criatividade é muito importante, pois através dela é que serão pensadas formas concretas de se resolver o desafio. É a hora de apresentar soluções para o problema por meio de ações diretas.

Prototipação: reprodução da etapa de ideação em pequena escala, antes de implementar a solução final. Uma dica para esta etapa é a efetivação de um MVP – Minimum Viable Product, o Produto Mínimo Viável. Consiste numa versão mais simples de um produto ou serviço, lançado em período de testes, verificando, assim, se a ideia é efetiva e eficaz, e se supre, de fato, as reais necessidades do mercado.

Implementação: depois de testado e aprovado, o produto ou serviço estará pronto para ser introduzido no mercado. O desenvolvimento do produto/serviço é incessante e progressivo, melhorando sempre diante dos feedbacks recebidos pelos clientes, fornecedores, colaboradores, etc.

JEITO HEPTA

A criatividade e a inovação fazem parte do #JeitoHepta pois o que nos move é saber que podemos sempre fazer mais, quebrar paradigmas e ir além dos horizontes conhecidos. Já são quase 30 anos de prestação de serviços de TI com foco em melhoria contínua e busca da satisfação de todos os envolvidos. Abordagens como design thinking e a metodologia ágil são incorporadas na busca de soluções digitais ágeis e inteligentes para tornar melhor a vida de outras pessoas.

Campus Party Brasília 2018

Solenidade de lançamento aconteceu na quarta-feira (dia 28 de março) e um representante do Time Hepta conta como foi.

Já estão definidos local e data da segunda edição da Campus Party em Brasília: Estádio Mané Garrincha, de 30 de maio à 3 de junho. “O mais legal é que o evento cresceu, e muito!”, destacou Eustáquio Guimarães, administrador de redes pleno na Central de Serviços Compartilhados (CSC) da Hepta, que participou da solenidade e irá palestrar no evento. “O evento de 2017 superou as expectativas e atraiu o dobro do público esperado. A expectativa era de 35 mil participantes, mas a 1ª edição da CPBSB reuniu 70 mil campuseiros trocando informações sobre tecnologia, educação, software livre e muito mais”, completou.

Colagem de fotos feitas pelo Eustáquio: foto 1 - brindes, foto 2 - presidente da Campus Party, foto 3 - tela de apresentação

O profissional da Hepta participou da solenidade que contou com a presença de autoridades locais, como o governador do Distrito Federal (DF), Rodrigo Rollemberg; o secretário de Ciência e Tecnologia, Thiago Jajour; e o presidente da Câmara Distrital, Joe Valle, além, é claro, do presidente da organização Campus Party, Francesco Farruggia. A mudança de local visa atender ao público, que se espera seja ainda maior em 2018, mas também irá ampliar o número de estandes para participação de empresas e instituições.

“Por enquanto a única celebridade com participação confirmada é Chance Glasco, criador do game Call of Duty, mas tenho certeza que não faltarão atividades interessantes”, contou Eustáquio, que apresentou proposta de palestra com o tema “Gestão de TI baseada em software livre”.

Maiores detalhes do evento 2018 podem ser encontrados em - http://brasil.campus-party.org/cpbrasilia/ e informações da primeira campus Brasília - https://campuse.ro/events/campus-party-brasilia-2017

Integração e sinergia entre as equipes

Áreas comercial e operacional da Hepta se reuniram para pensar juntas em soluções para tornar melhor a vida das pessoas

Na quinta-feira, dia 22 de março, aconteceu a primeira edição (deste ano) do Workshop Técnico-Comercial. Como nova estrutura e roupagem, o evento tem como objetivo reunir e integrar as áreas, em meio a uma cultura de colaboração e sinergia entre as equipes. “Pretendemos realizar esses eventos a cada dois meses, com temas variados que vão desde a troca de experiências e análises de cases de sucesso, até o fomento à inovação e a busca de novas soluções e abordagens para os problemas de nossos clientes”, explicou Rinaldo Accioly, gerente comercial da Hepta.

O workshop foi dividido em três trilhas:

  • Operação: debate em torno de questões técnicas da implantação e operação dos serviços de suporte à governança digital;
  • Geração de valor: analisa os resultados e busca otimizações para maior geração de valor para o cliente;
  • Inovação: fomento à cultura de inovação e busca de soluções.

Após as apresentações sobre o funcionamento da Operação realizada pelos consultores Gustavo Alves e Glerson Dal Pizzol - ambos membros da Central de Serviços Compartilhados (CSC) da Hepta – os participantes foram divididos em equipes para uma dinâmica em busca de diferenciais e inovações para o framework de sustentação.

“A Hepta trabalha incansavelmente tanto para vender produtos que agregam valor e que façam sentido para o cliente, como para que sua equipe se mantenha comprometida continuamente em aumentar a maturidade de gestão de tecnologia. Esse é o #JeitoHepta e acredito que com esse encontro conseguimos dar um passo à frente nesse sentido e motivar (ainda mais) nossa equipe”, concluiu Rinaldo Accioly.

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